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	<title>Pseudopapel &#187; fotografia</title>
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	<description>Porque de eletrônico este espaço só tem o formato.</description>
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		<title>Retrospectiva Pseudopapel 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 16:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[Expediente]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[retrospectiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo do ano publiquei 52 textos, uma média de exatamente um por semana, algo que se explica pela minha predileção por textos mais detalhados, pois temas não me faltam na &#8220;lista de espera&#8221;. Esses 52 textos, mais os publicados no ano passado, foram vistos (não necessariamente lidos) por 13.531 visitantes, uma média de 39 por dia, se excluirmos as duas semanas em que desativei sem querer o Analytics. Foram 11.737 visitantes únicos. Não são números nem um pouco assombrosos, mas, se a maioria deles efetivamente leu os textos, dou-me por satisfeito. Quem mais trouxe visitantes foi o Google, com&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/12/retrospectiva-pseudopapel-2011/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo do ano publiquei 52 textos, uma média de exatamente um por semana, algo que se explica pela minha predileção por textos mais detalhados, pois temas não me faltam na &#8220;lista de espera&#8221;. Esses 52 textos, mais os publicados no ano passado, foram vistos (não necessariamente lidos) por 13.531 visitantes, uma média de 39 por dia, se excluirmos as duas semanas em que desativei sem querer o Analytics. Foram 11.737 visitantes únicos. Não são números nem um pouco assombrosos, mas, se a maioria deles efetivamente leu os textos, dou-me por satisfeito.</p>
<p>Quem mais trouxe visitantes foi o Google, com quase dois mil, a grande maioria após pesquisas no Google Brasil, mas alguns oriundos do Google original e até das versões portuguesa e argentina. Atrás do Google, o <a href="http://blogdogiesbrecht.blogspot.com" title="Blog do Ralph Giesbrecht">blog do meu pai</a>, o Twitter, o site <a href="http://www.estacoesferroviarias.com.br" title="Estações Ferroviárias do Brasil">Estações Ferroviárias do Brasil</a>, o Facebook e o site <a href="http://www.viajenaviagem.com" title="Viaje na Viagem">Viaje na Viagem</a>. O dia com mais visitantes oriundos de outra página foi 12 de maio, com 54. Naquele dia, um comentário meu no texto sobre <a href="http://www.implicante.org/artigos/metro-de-higienopolis-a-revolucao-francesa-paulistana/" title="Metrô de Higienópolis: a Revolução Francesa paulistana" class="broken_link">a famigerada mudança de lugar de uma estação da futura Linha 6 em Higienópolis</a> no <em>Implicante</em> trouxe 31 visitantes interessados em saber sobre a antiga Estação Artur Alvim (creio eu).</p>
<p>Mesmo tendo sido publicado em maio, o texto sobre os <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/03/mapas-desatualizados-cptm/" title="Os mapas desatualizados da CPTM">mapas desatualizados da CPTM</a> foi, disparado, o mais acessado (lido?), com 1.109 visualizações ao longo do ano. Em segundo lugar, um texto do ano passado, falando sobre <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/10/direitos-desempregado-sao-paulo/" title="Direitos do desempregado em São Paulo">os direitos dos desempregados no estado de São Paulo</a>, com 798 visualizações. Completando o top 10 de textos de 2011: &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/04/trensurb-metro-porto-alegre/" title="Trensurb, o metrô de Porto Alegre">Trensurb, o metrô de Porto Alegre</a>&#8221; (664), &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/04/estacao-roosevelt-ainda-existe-cptm/" title="A Estação Roosevelt ainda existe para a CPTM">A Estação Roosevelt ainda existe para a CPTM</a>&#8221; (611), &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/04/estacao-butanta-metro/" title="A Estação Butantã do Metrô">A Estação Butantã do Metrô</a>&#8221; (604), &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/02/saque-sem-seguranca-citibank/" title="O saque sem segurança do Citibank">O saque sem segurança do Citibank</a>&#8221; (483), &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/05/antiga-estacao-artur-alvim/" title="A antiga Estação Artur Alvim">A antiga Estação Artur Alvim</a>&#8221; (454), &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/01/estacao-ipiranga-cptm/" title="A Estação Ipiranga da CPTM">A Estação Ipiranga da CPTM</a>&#8221; (436), &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/05/estacao-pinheiros-metro/" title="A Estação Pinheiros do Metrô">A Estação Pinheiros do Metrô</a>&#8221; (396), &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/04/passeio-expresso-tiradentes/" title="Passeio pelo Expresso Tiradentes">Passeio pelo Expresso Tiradentes</a>&#8221; (390) e &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/01/associacao-brigadeiro-luis-antonio/" title="A tal Associação da Brigadeiro">A tal Associação da Brigadeiro</a>&#8221; (343). Obviamente, textos mais antigos terão mais acessos: o texto publicado no segundo semestre mais acessado é o que fala sobre a <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/09/estacao-luz-linha-4-amarela-metro/" title="A Estação Luz da Linha 4-Amarela do Metrô">Estação Luz da Linha 4-Amarela do Metrô</a>, de novembro, com 187 acessos, em 16.º lugar. Curiosamente, um texto publicado em dezembro, <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/12/supervia-proibido-fotografar/" title="Na Supervia é proibido fotografar?">sobre a Supervia</a>, tem galgado posições e já tem 168 acessos.</p>
<p>O dia com mais visitas foi 10 de março, com 101, o único no ano em que a marca de cem foi superada. No dia anterior havia sido publicado o texto &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/03/estacao-sagrado-coracao-cptm/" title="A Estação Sagrado Coração da CPTM">A Estação Sagrado Coração da CPTM</a>&#8220;, que não está entre os mais lidos do ano e não é algo que instigue grande curiosidade por aí. Mas foi ele o grande responsável pelo número, com 67 visitas naquele dia, seguido pelo campeão do ano, com 22.</p>
<p>A postagem mais comentada deste ano foi aquela sobre a falsa Associação &#8220;localizada&#8221; na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, com 26 comentários, turbinada por novos dados sobre as correspondências fraudulentas que vinham sendo enviadas com aquele endereço — e que certamente não pararam de ser enviadas, mas agora com outro endereço. Completando o top 5, o texto sobre a Supervia (17), &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/03/memorias-jogo-de-botao/" title="Memórias do jogo de botão">Memórias do jogo de botão</a>&#8221; (12), &#8220;<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/05/nova-cara-rua-martiniano-de-carvalho/" title="A nova cara da Rua Martiniano de Carvalho">A nova cara da Rua Martiniano de Carvalho</a>&#8221; (12) e &#8220;O saque sem segurança do Citibank&#8221; (11). Não é uma quantidade avassaladora de comentários, mas eles em geral têm qualidade e trazem muitas vezes novos dados, que complementam o que foi escrito no texto.</p>
<p>Mas chega de números. Agora eu quero destacar algumas fotos tiradas neste ano, que foram publicadas junto com os textos. Por elas tem-se uma ideia do tipo de conteúdo que escrevi em 2011. (Meu tema mais recorrente foi tudo que está relacionado à memória da cidade, com 23 textos. Depois, assuntos relativos a ferrovias, com 16; passeios fora da cidade de São Paulo, com 7; jornalismo &#8220;gonzo&#8221;, com 6; e reclamações em geral, com 5.)</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/01/relogio-estacao-dois-corregos.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/01/relogio-estacao-dois-corregos-672x504.jpg" alt="Relógio de plataforma na estação de Dois Córregos" title="Relógio de plataforma na estação de Dois Córregos" width="672" height="504" class="alignnone size-large wp-image-562" /></a></p>
<p>No primeiro dia do ano <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/01/paisagens-dois-correguenses/" title="Paisagens dois-correguenses">fui com meu pai à cidade de Dois Córregos</a>, na região de Jaú. Além de fotografar diversas casas antigas, a maioria em excelente estado de conservação, paramos na estação ferroviária da cidade, onde pudemos contemplar e registrar o estado de abandono em que ela se encontra, após um incêndio em 2001. O relógio da plataforma, que um dia foi maravilhoso, dá a ideia de como está o resto.</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/01/vao-estacao-ipiranga-cptm.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/01/vao-estacao-ipiranga-cptm-672x446.jpg" alt="Vão da Estação Ipiranga da CPTM" title="Vão da Estação Ipiranga da CPTM" width="672" height="446" class="alignnone size-large wp-image-616" /></a></p>
<p>Ainda no mês de janeiro, <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/06/da-barra-funda-a-luz-pela-linha-7-o-outro-lado/" title="A Estação Ipiranga da CPTM">parei pela primeira vez na Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa da CPTM</a>. Minha intenção era, além de conhecer a estação, tentar achar o ângulo de que foi batida uma foto que eu vira no fórum Skyscrapercity. Não achei, então improvisei. O resultado não ficou tão bom, mas já gerou uma paisagem que a maioria das pessoas simplesmente não vê. No caso, o trem estava seguindo rumo à Estação da Luz. Um trajeto aliás, que talvez seja definitivamente extinto.</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/pseudopapel/wp-content/uploads/2011/02/transferencia-lotada-metro-cptm-barra-funda.jpg" class="broken_link"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/02/transferencia-lotada-metro-cptm-barra-funda-640x426.jpg" alt="Transferência entre Metrô e CPTM lotada na Barra Funda" title="Transferência entre Metrô e CPTM lotada na Barra Funda" width="640" height="426" class="alignnone size-medium wp-image-649" /></a></p>
<p>Um problema entre as estações Luz e Barra Funda <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/02/falha-trem-prejudica-linha-7/" title="Falha de trem no Bom Retiro prejudica Linha 7">paralisou esse trecho da Linha 7 em 9 de fevereiro</a> — coincidentemente, o mesmo trecho que se encontra parado atualmente devido ao incêndio na Favela do Moinho. Isso gerou muita confusão, especialmente porque na época a Linha 4-Amarela ainda não estava funcionando no trecho entre Paulista e Luz, o que obrigou os usuários a dar uma longa volta pelo sistema, com bastante lotação para se baldear na Estação Palmeiras-Barra Funda, onde a foto acima foi tirada. Essa foto acabou sendo <a href="http://noticias.uol.com.br/arquivohome/arquivo.jhtm?d=20110209" title="Home page do Uol em 9 de fevereiro de 2011" class="broken_link">publicada inclusive na <em>home page</em> do Uol</a>. Também publiquei nesse dia uma foto em que usuários dão um jeito de passar pelas catracas na mesma estação, e ela trouxe algumas visitas oriundas de buscas por imagens de pessoas passando por baixo de catracas.</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/04/estacao-butanta-terminal-onibus.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/pseudopapel/wp-content/uploads/2011/04/estacao-butanta-terminal-onibus-640x425.jpg" alt="Terminal de ônibus da Estação Butantã" title="Terminal de ônibus da Estação Butantã" width="640" height="425" class="alignnone size-large wp-image-738" /></a></p>
<p>Muitos visitantes chegaram aqui em busca de imagens das estações inauguradas ao longo do ano na Linha 4-Amarela do Metrô. Foi o caso também da <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/06/da-barra-funda-a-luz-pela-linha-7-o-outro-lado/" title="A Estação Butantã do Metrô">Estação Butantã</a>, aberta em março. De todas as fotos que tirei quando lá estive para conhecê-la, a de que mais gostei não traz a estação, mas, sim, o terminal de ônibus anexo, na época em que ele estava atendendo apenas duas linhas. Hoje já são muitas mais, o que gerou reclamações de usuários que tinham como ponto final o Largo da Batata, em Pinheiros, do outro lado do rio, e passaram a ser obrigados a descer na Estação Butantã e de lá tomar mais uma condução.</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/pseudopapel/wp-content/uploads/2011/05/terminal-parque-dom-pedro-edificio-banespa.jpg" class="broken_link"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/05/terminal-parque-dom-pedro-edificio-banespa-640x426.jpg" alt="Terminal Parque Dom Pedro e Edifício do Banespa" title="Terminal Parque Dom Pedro e Edifício do Banespa" width="640" height="426" class="alignnone size-medium wp-image-804" /></a></p>
<p>O Parque Dom Pedro II já foi um dos lugares mais bonitos da cidade, mas hoje é um dos mais feios. Um dos motivos (mas longe de ser o único) é justamente <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/05/terminal-parque-dom-pedro-ii/" title="Terminal Parque Dom Pedro II">o terminal de ônibus ali localizado</a>, encimado por um paredão de edifícios, incluindo um edifício-garagem sem janelas visíveis a partir do parque. Uma paisagem horrível. Mas fascinante.</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/05/estacao-artur-alvim-placa-antiga.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/05/estacao-artur-alvim-placa-antiga-640x425.jpg" alt="Placa antiga da Estação Artur Alvim" title="Placa antiga da Estação Artur Alvim" width="640" height="425" class="alignnone size-large wp-image-814" /></a></p>
<p>Esta foto não é um primor, mas é das minhas preferidas. Ela mostra a placa da <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/05/antiga-estacao-artur-alvim/" title="A antiga Estação Artur Alvim">antiga Estação Artur Alvim da CPTM</a> (e da CBTU, da RFFSA e da Estrada de Ferro Central do Brasil), ainda visível para quem está na Estação Artur Alvim da Linha 3-Vermelha do Metrô. O novo e o velho convivendo de maneira razoavelmente harmoniosa, já que a velha estação ainda está lá, fechada, mas visível, assim como Vila Matilde e Patriarca. No texto, eu mostro um pouco de como ela está, assim como as fotos.</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/06/revista-saopaulo-folha.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/06/revista-saopaulo-folha.jpg" alt="Revista Sãopaulo, da Folha" title="Revista Sãopaulo, da Folha" width="640" height="425" class="alignnone size-full wp-image-866" /></a></p>
<p>Esta foto deu um trabalhão. Tirada em um estúdio improvisado (o quarto do meu filho), aproveitei-me de, literalmente, centenas de páginas que eu tinha arrancado da revista <em>Sãopaulo</em>, da <em>Folha de S. Paulo</em>, já que só mantenho as poucas páginas que me interessam. Essas poucas páginas foram justamente o que me incentivou a escrever <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/06/revista-saopaulo-nao-fala-sao-paulo/" title="A revista Sãopaulo não fala de São Paulo">uma resenha da revista</a>, que vinha dando mais atenção a celebridades e pseudocelebridades do que à cidade, que deveria ser seu principal tema.</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/12/estacao-sao-cristovao-supervia.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/12/estacao-sao-cristovao-supervia-640x426.jpg" alt="Estação São Cristóvão da Supervia, no Rio de Janeiro" title="Estação São Cristóvão da Supervia, no Rio de Janeiro" width="640" height="426" class="alignnone size-medium wp-image-1039" /></a></p>
<p>Quando <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/12/supervia-proibido-fotografar/" title="Na Supervia é proibido fotografar?">passeei pela Supervia, no Rio de Janeiro</a>, eu não carregava uma máquina fotográfica propriamente dita; apenas meu celular, que tem uma qualidade aceitável, mas não ideal. Isso não me impediu de ser abordado por um segurança na Estação Praça da Bandeira, que me avisou que não era permitido bater fotos. Tarde demais, como se pode ver na minha matéria. Mas as fotos em geral sofreram com as limitações de uma câmera de celular, ainda que no caso eu tenha usado o aplicativo Camera Zoom, para Android. A foto acima, da Estação São Cristóvão, foi a que se sobressaiu. Gostei dela.</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/pseudopapel/wp-content/uploads/2011/12/estacao-da-luz-passarela-das-noivas.jpg" class="broken_link"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/12/estacao-da-luz-passarela-das-noivas-640x426.jpg" alt="Estação da Luz vista da Passarela das Noivas" title="Estação da Luz vista da Passarela das Noivas" width="640" height="426" class="alignnone size-full wp-image-1184" /></a></p>
<p>A foto da Estação da Luz tirada a partir <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/12/passarela-das-noivas/" title="A Passarela das Noivas">da Passarela da Rua das Noivas</a> destaca-se não só entre as fotos daquela matéria, mas também entre as publicadas aqui. Dei sorte com o céu azul, azul, azul. Eu tinha cogitado deixar o enquadramento mais para a direita, a fim de pegar também toda a área do muro azul, mas isso implicaria tirar da composição a torre da Estação Júlio Prestes, que aparece à esquerda. Eu só deveria ter enquadrado um pouquinho melhor, para eliminar o prédio branco ao lado da Júlio Prestes.</p>
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		<title>Favela Paraisópolis: história de uma foto</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 15:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 17 de abril de 2007 levei um cliente venezuelano para visitar alguns apartamentos na Zona Sul. Um deles ficava no trecho do Panamby espremido entre o Cemitério do Morumby e a Marginal Pinheiros. O andar era alto e proporcionava uma ampla vista da região até a Avenida Giovanni Gronchi. À frente dessa avenida, entretanto, um dos mais gritantes exemplos do contraste entre pobreza e riqueza que se vê diariamente no Brasil: a Favela Paraisópolis, literalmente encostada nos prédios de alto padrão localizados na avenida. É quase um clichê usar essa imagem para ilustrar a situação social brasileira. Saquei&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/06/favela-paraisopolis-historia-foto/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 17 de abril de 2007 levei um cliente venezuelano para visitar alguns apartamentos na Zona Sul. Um deles ficava no trecho do Panamby espremido entre o Cemitério do Morumby e a Marginal Pinheiros. O andar era alto e proporcionava uma ampla vista da região até a Avenida Giovanni Gronchi. À frente dessa avenida, entretanto, um dos mais gritantes exemplos do contraste entre pobreza e riqueza que se vê diariamente no Brasil: a Favela Paraisópolis, literalmente encostada nos prédios de alto padrão localizados na avenida. É quase um clichê usar essa imagem para ilustrar a situação social brasileira. Saquei minha câmera, bati a foto e <a href="http://www.flickr.com/photos/things-i-like-in-sp/467071233/in/photostream">mais tarde publiquei-a em meu Flickr</a>. Ela é até hoje, disparado, a foto mais acessada naquela conta, com quase três mil acessos, contra uma média de cerca de cem nas demais.</p>
<p>Demorei um pouco para descobrir de onde vinham tantos acessos, já que as ferramentas de controle que o Flickr oferece a contas gratuitas como a minha não permitem saber a origem das visitas. Uma pesquisa no Google provavelmente matou a charada: <a href="http://gigazine.net/news/20070920_rich_poor_divides/">um site em japonês</a>, com um texto cuja URL fala em &#8220;rich-poor-divides&#8221; traz a minha foto, sob a legenda que o Google Translate traduz como &#8220;Apartamento elevado onde o grupo está.&#8221; Sob a foto, um link para a página da mesma no Flickr, que certamente turbinou as visitas. O texto foi publicado cerca de cinco meses após a foto. Dois anos depois, em 2009, o <a href="http://issuu.com/lukaszmedeksza/docs/forum_metropolitalne" class="broken_link">folheto em polonês do I Forum Metropolitalne</a> também trouxe, em sua página 65, a foto que eu bati. Assim como no site em japonês, o crédito foi dado apenas como &#8220;Autor: things.i.like.in.sao.paulo&#8221;, que é o meu nome de usuário no Flickr, isso apesar de no perfil da conta constar meu nome. Mas o que vale é a intenção, e são casos bem diferentes dos que simplesmente optaram por <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/12/como-e-dificil-receber-creditos/">não dar crédito algum</a>.</p>
<p>Mais recentemente, no ano passado, foi a agência Getty Images que descobriu a imagem e solicitou que eu me inscrevesse em seu serviço para <a href="http://www.gettyimages.com/Search/Search.aspx?assettype=image&#038;family=creative&#038;artist=Alexandre+Giesbrecht">fornecer a foto a eventuais interessados</a>. Foi o que fiz, sem grandes expectativas, e, de fato, até hoje nenhuma &#8220;cópia&#8221; foi vendida. O preço do licenciamento em <em>royalty free</em> da foto para impressão é de 360 dólares. (Devido ao contrato com a Getty Images, a foto acima é a única feita por mim neste blog que não está liberada em Creative Commons. Até por isso, ela não tem link para uma versão maior.)</p>
<p>É claro que esta foto não chegou nem perto de se tornar algo &#8220;viral&#8221;, e três mil visitas no Flickr não representam praticamente nada. Mas não deixa de ser curioso que a foto tenha sido descoberta em três países distintos como Japão, Polônia e Estados Unidos, mas não no Brasil. Isso pode se dever, claro, ao fato de a legenda original no Flickr estar toda em inglês. Mas também pode ser que a imagem simplesmente não tenha mais impacto por aqui, de tão acostumados que estamos com ela. Se for isso mesmo, não é algo de que devemos nos orgulhar.</p>
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		<title>Imagens de São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 09:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[centro]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em qualquer trajeto por São Paulo sempre se vê coisas estranhas, curiosas, bonitas, feias — os adjetivos são infindáveis. Mesmo quando não é possível bater uma foto decente, uma tentativa de improviso pode render uma imagem interessante. Para bater cada uma das fotos desta página não pude contar com mais que a ajuda de um ou outro sinal vermelho. Não sei dizer o que era a montoeira de motos na traseira de um guincho na foto acima. Eram muitas, que iam até a parte de trás, algumas empilhadas. Por causa de onde parei o carro, o ângulo que eu tinha&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/06/imagens-de-sao-paulo/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em qualquer trajeto por São Paulo sempre se vê coisas estranhas, curiosas, bonitas, feias — os adjetivos são infindáveis. Mesmo quando não é possível bater uma foto decente, uma tentativa de improviso pode render uma imagem interessante. Para bater cada uma das fotos desta página não pude contar com mais que a ajuda de um ou outro sinal vermelho.</p>
<p>Não sei dizer o que era a montoeira de motos na traseira de um guincho na foto acima. Eram muitas, que iam até a parte de trás, algumas empilhadas. Por causa de onde parei o carro, o ângulo que eu tinha não era dos melhores, e para manter a longa exposição (dois segundos) tive de usar o painel do carro como suporte, o que impossibilitou tirar os limpadores de parabrisas e o próprio painel do enquadramento. Mas já dá para passar a bizarra imagem. A cena foi na Marquês de São Vicente, esquina com a Pacaembu, na Barra Funda.</p>
<p>A ideia aqui, claro, era pegar o Palácio Campos Elíseos. Eu precisaria de uma exposição maior do que dois segundos, mas não tinha tempo para mudar a configuração da câmera. O carro ao lado também não ajudou. O preto e branco mais uma vez serviu para melhorar um pouquinho o resultado final.</p>
<div class="full-image"><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2010/06/100_9073.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2010/06/100_9073-672x448.jpg" alt="" title="Palácio Campos Elíseos" width="672" height="448" class="alignnone size-large wp-image-107" /></a></div>
<p>Mais adiante, ainda na Avenida Rio Branco, a urbana cena de um cliente — ou seria funcionário? — do inferninho, bastante prejudicada por eu não ter onde apoiar a câmera durante os dois segundos.</p>
<div class="full-image"><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2010/06/100_9074.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2010/06/100_9074-672x448.jpg" alt="" title="Inferninho na Avenida Rio Branco" width="672" height="448" class="alignnone size-large wp-image-108" /></a></div>
<p>Por fim, este prédio na esquina da Rua Capitão Salomão com a Praça Pedro Lessa, é um daqueles muitos belos edifícios do centro que merecem muitas fotografias. Aqui vai mais uma.</p>
<div class="full-image"><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2010/06/100_9075.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2010/06/100_9075-672x448.jpg" alt="" title="Esquina da Rua Capitão Salomão com Praça Pedro Lessa" width="672" height="448" class="alignnone size-large wp-image-109" /></a></div>
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