Li no Lance! de hoje uma reportagem sobre o acesso do Nacional. Possivelmente não foi o autor da matéria quem escolheu as imagens, mas fiquei realmente surpreso ao ver a foto que tirei (do time entrando em campo) publicada sem o devido crédito, apenas como “Arquivo pessoal”, tanto na edição impressa como no site. Em meus sites, sempre publico diversas fotos de minha autoria sobre a história da cidade de São Paulo, sobre o Nacional e sobre o São Paulo, e todas estão sempre disponíveis para ser publicadas gratuitamente em qualquer lugar, mesmo que com fins comerciais, desde que seja dado o crédito. Obviamente, esse aviso não… [Continuar a ler]
Em junho publiquei aqui fotos tiradas no trajeto entre as estações Barra Funda e Luz pela Linha 7-Rubi da CPTM, tanto tiradas para o norte como para o sul. A Linha 8, apesar de correr paralela e muito próxima, oferece paisagens muito diferentes, ou no mínimo outros ângulos em relação à Linha 7. É um trajeto, além disso, que já esteve — talvez ainda esteja — ameaçado de acabar, o que seria lamentável. Não é difícil imaginar por que se pensa nisso: depois que o trem sai, ainda razoavelmente lotado, da estação Lapa, a gigantesca maioria desses que sobraram desce… [Continuar a ler]
Mesmo sem assistir muito à televisão, vi diversas vezes o anúncio do “novo Diário de S. Paulo“. E, mesmo assistindo diversas vezes a esse anúncio, perdi o primeiro número da nova fase, que foi no domingo passado. Não sei se o anúncio não falava em data ou eu é que não prestei atenção. Mas ontem finalmente conheci essa nova versão. O antigo Diário Popular nunca foi um jornal com que tive muito contato. Conheço bastante da história do Estadão, da Folha e do Jornal da Tarde, mas muito pouco da história do segundo jornal mais antigo ainda em circulação em… [Continuar a ler]
Inaugurada em 2004, a integração entre a Estação da Luz, da CPTM, e a estação Luz do Metrô facilitou a vida de muita gente, que não só deixou de precisar sair de uma para entrar em outra, em uma região que não é conhecida pela segurança, como ainda permitiu que a transferência fosse feita gratuitamente. Apesar disso, já se passaram seis anos desde a inauguração da ligação direta, e ela claramente ainda não funciona como deveria. É claro que ela facilita, sim, a vida de muita gente, mas não facilita tanto quanto deveria. Cito o exemplo de quem precisa ir,… [Continuar a ler]
Na semana passada passeei pelo Paraíso em uma manhã bonita, inspirado por alguns ângulos que eu tinha contemplado na noite anterior. Nesta última sexta-feira eu passei novamente por ali à noite, desta vez equipado com a minha câmera. Este passeio não rendeu mais do que cinco fotos interessantes, mas já é o suficiente para uma postagem. Não, eu não acho este prédio bonito, e acho ainda que ele acabou com a vista de muitos outros imóveis. Mas é inegável que fizeram um belo trabalho ao criar seu sistema de iluminação externa, que chama a atenção de quem passa por aí,… [Continuar a ler]
Muitas das vacinas que demos no meu filho Guilherme logo depois que ele nasceu não estavam disponíveis na rede pública, então tivemos de dá-las em algum centro de vacinação particular. Optamos por um que fica na subida da Rua do Paraíso, razoavelmente perto de casa. Esse trecho que marca a descida para a Aclimação, apesar de tão próximo, é um lugar que eu sempre explorei muito pouco. Numa das viagens ao centro de vacinação, passei pelo cotovelo da esquina das ruas Dr. Eduardo Amaro e Artur Saboia, e o mirante que existe ali chamou minha atenção. Premeti a mim mesmo… [Continuar a ler]
É impressionante como os políticos e a mídia tratam as eleições de outubro como se estivéssemos nos Estados Unidos. As escolhas dos vices de cada uma das três principais candidaturas é tratada como se uma generosa parcela do eleitorado estivesse interessada. O que esse pessoal parece não perceber é que, a não ser que o vice de alguma das candidaturas seja um tal de Luís Inácio Lula da Silva, ninguém está nem aí para quem é o vice de candidato algum. A Folha de S. Paulo publicou hoje uma pesquisa sobre vices, e 17% (um número que considero até mais… [Continuar a ler]
Não sou engenheiro e quero crer que todas as linhas já concluídas, em construção ou em projeto do metrô tiveram estudos de viabilidade e coisa e tal. Isto posto, é difícil para mim entender por que as novas linhas divulgadas sempre se ligam às já existentes no meio. Desde que foi inaugurada a atual Linha 3-Vermelha, a segunda do sistema apesar da numeração, as baldeações são sempre no meio da linha mais antiga. Não dá para ser mais central do que uma estação na Praça da Sé. Pouco mais de uma década depois, a Linha 2-Verde foi inaugurada, ligando-se à… [Continuar a ler]
Até janeiro de 1979 a linha da Sorocabana, operada pela Fepasa e hoje conhecida como Linha 8-Diamante da CPTM, era atendida por trinta composições japonesas com mais de vinte anos de uso, já sem portas e sem vidros nas janelas, que deveriam ter um intervalo de quinze minutos entre cada trem, mas que dificilmente demoravam menos de meia hora para aparecer. Isso sem falar nos assaltos durante as viagens e nos chamados “pingentes”, os passageiros que viajavam pendurados nos trens — só em 1978 mais de cem deles tinham morrido devido a quedas. A ideia divulgada pela Fepasa era mudar… [Continuar a ler]
Normalmente às 7h30 da manhã as plataformas do metrô na Estação Barra Funda estão razoavelmente calmas. Raramente é necessário esperar mais de um trem para seguir caminho. Mas na última terça-feira 15, dia do jogo de estreia do Brasil na Copa do Mundo, contra a Coreia do Norte, as plataformas estavam assim. A explicação é o horário do rush modificado e centralizado, com muita gente entrando às oito horas para poder sair na hora do jogo.
Foto tirada nas imediações da Avenida Francisco Morato, em 23 de setembro de 2006.
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Alexandre Giesbrecht nasceu em São Paulo, em abril de 1976, e mora no bairro do Bixiga. Publicitário formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, é autor do livro São Paulo Campeão Brasileiro 1977 (edição do autor).