Pseudopapel

O fim do Jornal da Tarde

Fim do Jornal da Tarde
Capa do Jornal da Tarde em 7 de abril de 1976

Quando o Jornal da TardeJT para os íntimos — passou a fazer parte da minha vida ele já não era mais um vespertino como o nome sugere. A mudança tinha ocorrido fazia pouco tempo. (Parêntese: em sua última edição e no especial de 25 anos, publicado em 1991, é mencionado o mês de abril de 1988 como o da mudança, mas ela já era citada no passado em uma reportagem do Estadão de 5 de janeiro de 1986. Esse “mistério” só vai ser solucionado quando — e se — o acervo do JT for para a internet. Com o fim do jornal, talvez esse projeto, anunciado pelo Estado no início do ano, mas sem data prevista de implantação, tenha sido cancelado.) Como o Estadão, jornal que assinávamos em casa, não saía às segundas-feiras, meu pai comprava o JT nesse dia e geralmente levava-o quando nos buscava na escola. Muitas vezes li o jornal no trajeto entre o Morumbi, onde estudava, e Santana de Parnaíba, onde morava. Minha lembranças mais antigas disso são de 1988.

No segundo semestre de 1991 o Estadão passou a sair também às segundas-feiras, mas não consigo me lembrar se àquela época meu pai ainda mantinha o hábito de comprar o JT às segundas. A partir daí, por cerca de dois anos e meio, só o reencontrei após títulos do São Paulo, quando corria à banca para comprar todos os jornais. Nessa época, foram várias as vezes em que isso ocorreu, tantas foram as campanhas tricolores que culminaram com a taça sobre a cabeça de Raí. E ainda tenho todos esses jornais, como quem me conhece já suspeitava. Em 1994 voltei a lê-lo regularmente, embora com atraso de um dia, abastecido pelos vizinhos, que guardavam a edição de segunda-feira para mim. Nesse ano eu já estava na faculdade e tinha o costume de todos os dias comprar um jornal na banca, para poder ler durante (!) as aulas. Eu não comprava necessariamente o JT; eu alternava-o com o Diário Popular, a Folha da Tarde e até eventualmente o Notícias Populares, quando alguma manchete bizarra me chamava a atenção. Nenhum desses jornais existe mais. (Eu não comprava o Estadão e a Folha de S. Paulo porque podia ler o primeiro em casa e o segundo na casa das minhas tias-avós, que eu frequentava bastante por ser muito perto da faculdade.)

Quando incluí em minha rotina uma viagem pendular diária de ônibus de cerca de uma hora, de Santana de Parnaíba à Avenida Paulista, decidi assinar um jornal. O escolhido foi o JT, do qual passei a ser assinante lá por outubro de 1999. Embora na época eu não soubesse, o jornal já era bem diferente de seus “anos de glória”, até a década de 1980, e não só por ser matutino. Aos poucos, ele foi perdendo sua característica de um design diferente, até irreverente em certos detalhes. Pouco disso havia sobrado em 1999, e menos ainda sobrava a cada mudança sofrida depois. Mas era o jornal que se adaptava melhor ao meu dia a dia: eu conseguia lê-lo praticamente inteiro no percurso até chegar ao escritório onde trabalhava. E, se o visual tinha mudado para pior, o conteúdo tinha sofrido menos transformações. Estava mais sisudo, é certo, mas seu caderno de esportes e sua cobertura local continuavam sendo provavelmente os melhores da cidade. Isso era importante para mim. Ainda é.

Uma das poucas mudanças para melhor nos últimos tempos foi feita em 25 de agosto de 2003: o jornal reviveu a “Edição de Esportes”, como passou a ser chamado o caderno de esportes às segundas-feiras. Ele ganhou numeração separada, começando do número 1, e formato tabloide, da mesma maneira como ele era apresentado trinta anos antes. Regularmente ela vinha com mais de quarenta páginas (44 e até 48) e trazia semanalmente o “Paredão”, uma entrevista com duas ou três páginas, e a seção que retratava o “onde anda” de algum ídolo do passado, sob o título “Cadê você?”. Isso sem falar em uma cobertura maior dos jogos. Era a época de seguidos Troféus Ford Aceesp. Tenho todas as edições encadernadas. Ainda hoje tenho tanto prazer ao folheá-las quanto as dos anos 1970 e 1980 (que não tenho em casa).

Nos últimos anos, o que distinguia essa “Edição de Esportes” já tinha sumido. O “Paredão” e o “Cadê você?” tinham acabado (a primeira já em 2005, a segunda no ano seguinte), e até uma seção um pouco mais recente, que trouxe entre 2007 e 2009 fotos para os leitores identificarem sumiu. Participei semanalmente daquela que pedia para identificar um jogo só pela foto e vi meu nome ali todas as semanas, menos duas. Era uma bela diversão, que para mim se perdeu quando passou a trazer apenas fotos de jogadores, mas que ao menos seguia buscando interação. Se fossem apenas as seções sumindo, não haveria muito problema, mas as páginas também tinham minguado. O último caderno de esportes de segunda-feira, em 29 de outubro, trouxe apenas dezesseis páginas. Tudo bem, não tinha havido rodada no domingo, por causa das eleições, mas não deixa de ser simbólico. (A edição de 22 de outubro teve vinte páginas.) Em dezembro de 2010 a edição do campeão brasileiro — o Fluminense, mas um time paulista estava na briga até a última rodada — rendeu míseras 24 páginas. Para efeito de comparação, a edição do campeão de 2003, o Cruzeiro, teve o dobro de páginas, e, apesar de haver um clube paulista na “luta”, ele tinha pouquíssimas chances.

Vejam bem: não estou comparando com as “Edições de Esportes” de 1974, também em formato tabloide, mas de uma época em que o jornal tinha uma importância distinta. Estou comparando com seis anos antes ou menos, quando a internet já estava bastante disseminada. Perdeu-se muito conteúdo em pouco tempo. Sem conteúdo, a importância também diminui. E, sem importância, o fim parece próximo. Havia anos que eu ouvia falar que o JT poderia acabar. Nas últimas semanas, esses rumores intensificaram-se e na segunda-feira foram confirmados. E o fim foi breve: na quarta-feira já saiu a última edição. E nem consegui guardar mais de uma, pois eu estava em Porto Alegre no dia e, quando cheguei a Guarulhos, às três da manhã de quinta, graças a um atraso de mais de quatro horas da Avianca, já haviam recolhido as edições, se é que havia sobrado alguma. Fiquei apenas com a minha de assinante.

Por falar na assinatura, eu nunca cheguei a receber um comunicado oficial do fim da minha assinatura; apenas os textos que circularam no jornal na terça e na quarta-feiras. Em um deles, o “Comunicado importante aos assinantes do Jornal da Tarde“, uma frase surpreendentemente conformista: “Caso tenham interesse, uma opção é continuar com a assinatura, passando a receber o Estadão.” Como assim “caso tenham interesse”?! Perderam a chance de fidelizar um público que, apesar do baque, poderia seguir com o Estadão! Bastava avisar que eles seguiriam recebendo o “irmão mais velho” e pagariam o mesmo preço da assinatura do JT por, sei lá, um ou dois meses. Depois desse “caso tenham interesse”, fiquei surpreso ao ver que na quinta-feira entregaram o Estadão na minha porta. Mas ainda não faço ideia de quanto pagarei por isso. Só sei que essa assinatura custa o dobro da do JT e não estou inclinado a seguir com um jornal que não tenho tempo de ler pela manhã, isso sem falar no minguado caderno de Esportes, que não chega aos pés do do JT nem nos melhores dias do primeiro e piores dias do segundo. Se o “Jornal do Carro” vai sobreviver no Estado, por que não dedicar-se também a um caderno de esportes que honrasse a memória do finado e respeitasse seus leitores?

Os leitores, de quem o JT dependia para sobreviver, já que quase não tinha anúncios, não pareciam se importar muito com o jornal. Na seção de cartas da página 2, alguns nomes repetiam-se muitas vezes, como Uriel Villas Boas e Luiz Nusbaum, entre outros. Provavelmente eram dos poucos que mandavam cartas emails para a redação. Ter uma carta publicada ali era muito mais fácil que no Estadão, que recebe um volume muito maior. Mandei uns seis ou sete emails para a seção entre 2003 e 2012, e acho que todos foram publicados, inclusive um que teve palavras inseridas pelo próprio editor, algo de que não gostei muito. Deve ter sido justamente para preencher espaço pela falta de leitores escrevendo. E por que não havia muitos leitores escrevendo? Talvez porque a comunicação dificilmente tinha mão dupla. O máximo de interação que se tinha era o blog do jornal (porque era um blog, não um site), onde os leitores podiam comentar, mas nunca vi uma resposta da redação a nenhum comentário, nem aos incisivos nem aos inofensivos. De certo modo, é como se ainda estivéssemos nos anos 1980, mas sem um jornal igual aos daquela época. Quando escrevi um email sobre minhas considerações a respeito do jornal (parte deste texto foi tirada de lá), não consegui sequer descobrir para onde mandá-lo, senão para a seção de cartas e para o responsável pelo caderno de esportes, Luiz Antônio Prósperi, e este só porque seu endereço era listado em sua coluna semanal, senão nem isso. Não tenho a menor ideia se meu email foi lido, pois nunca recebi resposta, e ele tornou-se meu único email com o endereço da seção de cartas que não foi publicado.

Nesse email eu também mencionava a seção “Há XX anos”, que fica com os xis no nome, pois mudava quase todos os dias. Era uma ideia boa, mas bastante subutilizada desde o início: a capa que aparecia era minúscula, e, quando muito, era possível ler a manchete principal e uma ou outra manchete adicional. Uma pena, especialmente nas edições dos primeiros trinta anos do jornal, que são de um primor gráfico que se destaca mesmo na época atual. Não sei por qual motivo, havia períodos em que praticamente só se publicava capas de dez anos antes, com raras exceções (uma ou duas por semana), talvez como um apelo à solução mais fácil. Se dessem um jeito de deixar a capa em tamanho maior, o texto que a acompanhava poderia até ser dispensado. À exceção da Última Hora, não há jornal no Brasil que tenha se destacado tanto por seu design quanto o Jornal da Tarde, e perderam por anos a oportunidade de destacar isso ao leitor atual, muitos dos quais não tiveram contato com os jornais da época, a não ser por matérias autolaudatórias em que eram destacadas sempre as mesmas capas do passado.

Não que essas capas “de sempre” não devam ser destacadas, pois de fato marcaram não só o jornalismo como muitos leitores. O exemplo mais citado é a capa de 6 de julho de 1982, a do menino com a camisa da seleção brasileira chorando a eliminação diante da Itália na Copa do Mundo. Aos quarenta anos, o menino, claro, virou matéria sobre o fim do jornal, publicada no Uol e provavelmente em outros veículos. Mas a de que mais gosto é a de 8 de junho de 1970, com a expressão de um torcedor mudando até culminar em um alegre sorriso pelo gol do Brasil contra a Inglaterra na Copa do Mundo. Nos dois casos, era a cara do JT usar personagens aparentemente alheios ao assunto.

Essa foi uma das características que o jornal perdeu. Em sua última edição ele destacou algumas “capas que marcaram os 46 anos”. É quase constrangedor ver como as capas do século 21 são muito menos criativas que as do século anterior. Fiquei com a impressão de que as capas de destaque nos últimos anos são simplesmente aquelas que têm uma foto grande, independentemente se as fotos grandes são marcantes ou não. E, claro, eu não poderia deixar de mencionar a desastrada mudança no logotipo. Por 33 anos após o lançamento do jornal, a fonte de seu logotipo foi a bela Clarendon. Em 1999, ela foi substituída pela Helvetica Ultra Compressed, mais tarde adaptada para outra fonte da família, Helvetica Compressed, um pouco mais “gordinha”, mas com o “r” de “jornal” com um rabicho visivelmente menor que o de “tarde”. Apenas sete anos depois, nova mudança, para a Interstate, mesma fonte que passou a ser usada nas manchetes. Pela primeira vez, o nome do jornal ganhou maiúsculas. E seguiu assim até sua morte. Não me parece coincidência que na última edição, para os topos das páginas falando da trajetória do veículo, tenha sido escolhido o logotipo original.

Por falar nessas páginas, o JT não teve direito sequer a um obituário digno. Na página 8A de sua última edição, um texto apócrifo nada mais é do que uma versão reduzida, sem os devidos créditos, de outro publicado por José Maria Mayrink no Estadão em 5 de janeiro de 1986. Naquela ocasião, era para comemorar o aniversário de vinte anos do jornal. Mas talvez um obituário “oficial” nem fosse tão necessário assim. Vários profissionais que passaram por lá e outros que por ele foram influenciados escreveram em seus blogs a respeito. Seguindo a ordem em que apareceram no meu Google Reader: Mauro Beting, Flávio Gomes, Luís Augusto Símon, Dagomir Marquezi, Cley Scholtz (Reclames do Estadão), Eduardo Baptistão, Juca Kfouri (com cartum de By Guedex) e José Maria de Aquino, além de Mino Carta, que não está no meu Google Reader. Isso sem falar em textos como os de Martin Jayo, Evaldo Novelini e João Ricardo Lima, além de outros textos não lincados e, vá lá, este aqui. Incluiria ainda o verbete sobre o jornal na Wikipédia, boa parte dele escrito por mim.

O JT vai fazer falta.

6 comentários

gilberto maluf (3)

Muito bom o relato. Bem lembrado sobre o Estadão que não saia na segunda feira. Não me lembrava disso. Eu gostava muito de ler as páginas esportivas do JT que analisava a rodada do domingo.
Na minha opinião o JT começou tendendo para o leitor jovem e de classe média com reportagens diferenciadas. Notei a diferença de estilo do JT ao longo dos anos. Não me lembro bem o termo que na época da faculdade nos referíamos às propagandas que enfeiavam o visual da cidade. Eu tinha um professor de Propaganda e Marketing que trabalhava no JT e falei para ele, começo dos anos 80, que o JT estava com poluição visual. E não me lembro mais porque falei isso, rsrs.
Afinal, já faz 32 anos .

2 de novembro de 2012, 17:25

Alexandre Giesbrecht

É, Gilberto, se o estilo tivesse só mudado, e isso fosse avisado, ainda eu nem acharia tão ruim. Mas ele foi mudando, meio que sem querer — antigamente, mudavam os jornalistas, mas o estilo permanecia o mesmo. E, vira-e-mexe, aparecia alguma reportagem que eu olhava e falava: “Pô, essa é digna do ‘velho’ JT!” Mas ficava só nisso, lampejos cada vez mais raros. E agora nem eles.

2 de novembro de 2012, 17:51

Martin (1)

Obrigado por me citar em tão boa companhia! rs
Sobre a data em que o JT deixou de ser vespertino, eu também não lembro. Mas lembro claramente que ele já saía de manhã em 1987. Abraço!

3 de novembro de 2012, 1:15

Jose M. Aquino (67)

Ótimo relato, Alex. Com dados e datas que eu nem de longe me lembrava mais. Comecei minha vida de jornalista – o que nunca tinha pensado ou desejado ser – no JT, levado pela insistência do meu cunhado Luiz Carlos Secco, que trocou o Estadão, na época, pelo JT, escrevendo sobre automobilismo. Trabalhei de janeiro de 66 a fevereiro de 70, quando fui, com alguns companheiros, para a Placar. Em 65, como laboratório para o JT, tinha a Edição de Esportes (do Estado), que saia às segundas-feiras, mas ia para as bancas na Capital já na noite do domingo; A edição era preparada durante a semana com longas e marcantes reportagens e encerrada na tarde/noite de domingo. A gente levava máquina para os estádios, escrevia lá mesmo, terminando a matéria praticamente com o último apito do árbitro. E enquanto íamos escrevendo, um companheiro ao lado ia passando o texto para a redação por um rádio de campana. Era gosto e emocionante. A EE era o Estadão de segunda e servia como laboratório para o JT, que saiu pela primeira vez no dia 4 de janeiro de 1966. Tudo no grupo Estado tem o dia 4 de janeiro como data de partida. É uma data importante para a família Mesquita. Nesse dia havia sempre uma missa nas oficinas, com a presença da família Mesquita e da família de muitos funcionários. O Estadão era uma família. Quando veio o JT, para ser o irmão mais novo, desaforado, briguento, com palavreado mais moderno, havia e era instigada uma concorrência entre as duas redações. Não se falava de matérias uma com a outra. Ao contrário, uma procurava esconder da outra o que estava fazendo – assim como os repórteres. O JT pagava melhor, bem melhor que o Estadão. Mas também exigia mais trabalho. Como Jornal da Tarde, chegava nas bancas àté as 15 horas. Ao lado do nome do jornal tinha um reloginho com os ponteiros marcando 15 horas. A “cara” do jornal era responsabilidade do Murilo Felisberto, um gênio, que comandava um grupo enoerme de mineiros vindos na cola dele. Ivan Ângelo, Fernando Mitri, Luciano Ornelas, Kléber de Almeida, Moisés Rabnovich…Era fechado MESMO na manha do dia, até 12 horas, às vezes esperavam um pouco mais, quando a notícia merecia. Na véspera da estreia de Mané Garrincha no Corinthians, o Estadão saiu dizendo na manchete da página de esportes que Mané ia esperar mais 30 dias para jogar (ele veio baleado). Fui ver o treino pela manhã, noParque São Jorge e voaltei de lá com a informação de que Mané ia jogar na quarta-feira, dia seguinte, coantra o Vasco. Quando disse ao Tão Gomes Pinto, editor de esportes do JT, ele deu o grito mais gostoso que se ouvia (hoje não existe mais) numa redação. PAREM AS MÁQUINAS. Significava dizer que tin ha uma notícia mais forte, bomba, furo para ser dada. E a manchete do jornal foi AMANHÃ TEM MANÉ, Houve uma quase revolução na redação do Estadão, quando o JT foi para as bancas. Queriam a cabeça de quem deu aquela notícia “mentirosa” que desmentia o jornalão. Essa era uma das coisas mais importantes e que fazia do JT um jornal vibrante, quente, além de bonito, bem desenhado pelo Murilo. O fato de se poder ir para as bancas com uma notícia fresquinha, do dia. O outro detalhe importante, é que a direção bancava o que o repórter escrevia. Se alguém dissesse que ia procsssar, o Rui Mesquita dizia que era com ele. Nessa época, Vadi Helu, presidente do Corinthians, reclamava muito do que escreviam sobre o Timão. E, depois de muitos pedidos, foi ter uma conversa com Rui Mesquita. Pediu a cabeça dos repórteres que cobriam o time, especialmente do Eraldo. Quando deixou a sala, Rui Mesquita quis saber tudo sobre ele, Vadi. E ao invés de demitir um ou mais de nós, escreveu um editorial, no ESTADÃO, com o título “O cafajeste”. Onde mais fariam isso?
Vou parar por aqui, porque outro dia a Sportv esteve aqui em casa para me entrevistar sobre o JT e acabei me emocionando. Para concluir, e seguindo seu perfeito relado, a conclusão é simples – de que um jornal não morre num dia. Vai morrendo aos pouco………..

3 de novembro de 2012, 12:35

Alexandre Giesbrecht

Caro Zé Maria, que beleza de relato! Só de pensar que isso é apenas uma pequena parte do que está se esvaindo com o fim do JT bate uma tristeza. Queria ter assistido ao seu depoimento no SPortv.

3 de novembro de 2012, 15:50

Jose M. Aquino (67)

Foram só quatro anos, mas foram excelentes. Muita vibração, adrenalina, muita amizade e sucesso – o que fez com que a Abril levasse quase toda equipe da E.E. para fazer a Placar. Não pude ver a matéria que deve ter contado com meu depoimento. Não estava em casa no momento Abração

3 de novembro de 2012, 22:46

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Alexandre Giesbrecht nasceu em São Paulo, em abril de 1976, e mora no bairro do Bixiga. Publicitário formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, é autor do livro São Paulo Campeão Brasileiro 1977 (edição do autor).

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