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O destino do casarão da Rua Artur Prado

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Há anos o belíssimo casarão localizado na Rua Artur Prado, 376, na Bela Vista, entre as ruas Cunha Bueno e Santa Madalena está escorado para não desabar. Como se lê no site São Paulo Antiga, quem passa por ali com frequência já se acostumou a tal paisagem. Mas há pouco mais de um mês ela mudou. Mas, não, o casarão não foi demolido: na semana do último dia 24 de maio a casa foi toda envolvida por uma lona azul. Se o motivo das escoras já não era muito claro — ok, é para não desabar, mas, se o casarão está abandonado há tanto tempo, qual é o interesse de alguém (supostamente o proprietário) em mantê-lo de pé, ainda mais em um bairro onde têm pipocado novos lançamentos imobiliários com frequência? —, o motivo da lona é ainda mais misterioso. Imaginei que talvez isso significasse que ele não duraria muito mais, mas mais de um mês já se passou, e ao menos aparentemente nada mudou.

Qual será o destino do casarão da Rua Artur Prado?

7 comentários

Thiago Leal (9)

Acredita na possibilidade de restauração?

27 de junho de 2012, 23:21

Alexandre Giesbrecht

Thiago, eu até imaginava ser possível, já que quando colocaram a lona também aproveitaram e consertaram um pedaço da calçada que estava esburacado havia anos. Mas ao longo do último mês não vi movimentação nem ouvi barulho.

28 de junho de 2012, 9:21

Douglas Nascimento (14)

Amanhã, vou protocolar uma reclamação no CONPRESP. Vamos ver se descobrimos o que há por baixo da lona.

28 de junho de 2012, 9:22

Paulo Santos (1)

Que tal envolver o casarão com lona, pois assim que desabar não saia muito pó para a vizinhança ? Só esse motivo que eu vejo.

1 de setembro de 2012, 18:57

Alexandre Giesbrecht

É uma hipótese, mas acho que é uma solução cara demais para algo que só beneficiaria a vizinhança.

1 de setembro de 2012, 19:04

Maria das Graças L Lavor (1)

A solução não veio com essa cobertura.
Sou moradora do Condomínio Edifício Artur Prado
N 394 – vizinho
Das janelas da minha sala, e quartos recebo toda a sujeira que vem desse “arranjo”, sem contar da presença de mosquitos, baratas e mal cheiro de fezes e xixi de gatos que habitam o espaço (além é claro de “supostamente alguém” que todos os dias entra, não sei como, nem por onde e vem até o fundo do terreno e abre uma janela e fecha de um suposto barraco que se mantém de pé.

17 de janeiro de 2013, 15:58

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Quem?

Alexandre Giesbrecht nasceu em São Paulo, em abril de 1976, e mora no bairro do Bixiga. Publicitário formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, é autor do livro São Paulo Campeão Brasileiro 1977 (edição do autor).

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