Na semana passada passeei pelo Paraíso em uma manhã bonita, inspirado por alguns ângulos que eu tinha contemplado na noite anterior. Nesta última sexta-feira eu passei novamente por ali à noite, desta vez equipado com a minha câmera. Este passeio não rendeu mais do que cinco fotos interessantes, mas já é o suficiente para uma postagem.
Não, eu não acho este prédio bonito, e acho ainda que ele acabou com a vista de muitos outros imóveis. Mas é inegável que fizeram um belo trabalho ao criar seu sistema de iluminação externa, que chama a atenção de quem passa por aí, e nesse caso o fato de ele estar isolado de outros prédios do mesmo tamanho ajuda a destacá-lo. Ele fica na esquina das ruas do Paraíso e Maestro Cardim. Só não sei por que a foto saiu meio tremida, já que usei um muro de concreto em lugar com pouco movimento de automóveis como “tripé”.
Quem pega a vinte e Três de Maio em qualquer dos sentidos às seis horas da tarde sabe que a chance de não pegar um congestionamento é quase nula. O pior é que muitas dessas pessoas teriam a possibilidade de trocar a viagem de carro pelo transporte público, mas não abrem mão do conforto de seus automóveis, ainda que isso muitas vezes signifique mais tempo para ir e voltar. Sim, o metrô e especialmente os ônibus são muito lotados nos horários de pico, mas eu não consigo entender quem, tendo outra opção, encara este inferno todos os dias. Tanto na foto abaixo como na que abre este texto, o sentido Norte–Sul está à esquerda.
Este prédio sempre me chama a atenção quando passo pela Rua Maestro Cardim. Essas varandas são um espetáculo. E o curioso é que na época em que ele foi construído não era comum que edifícios tivessem garagem, ainda mais subterrânea. Este tem; é a entrada à esquerda.
Esta obra tem outra entrada, pela Rua Santa Ernestina, que é aquela sem saída que começa ao lado do Shopping Paulista. Na foto do Google Maps, o local ainda tem as casas que demoliram para fazer este buraco, que deverá virar mais um edifício, que, por sua vez, complicará ainda mais o trânsito na Vinte e Três de Maio, que corre paralela à Maestro Cardim.
Eu sempre adorei esse predinho aí da Maestro Cardim! Que bom que você também prestou atenção nele! As fotos estão muito boas!
Ei, você fotografou o “meu pedaço”… Passo diariamente por todos esses pontos que você clicou. E acho lindo o predinho da Maestro Cardim.
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Alexandre Giesbrecht nasceu em São Paulo, em abril de 1976, e mora no bairro do Bixiga. Publicitário formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, é autor do livro São Paulo Campeão Brasileiro 1977 (edição do autor).