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	<title>Pseudopapel &#187; trânsito</title>
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	<description>Porque de eletrônico este espaço só tem o formato.</description>
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		<title>Pedestres paulistanos têm muito o que aprender</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 01:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[CET]]></category>
		<category><![CDATA[faixas de pedestres]]></category>
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		<description><![CDATA[…e os motoristas têm mais ainda, claro, tanto é que pedestre algum pode se dar ao luxo de atentar-se apenas à faixa de pedestres em São Paulo, mesmo depois de a Prefeitura ter começado a intensificar a fiscalização desse tipo de abuso. Afinal, mesmo em esquinas patrulhadas por marronzinhos não é nada difícil ver motoristas solenemente ignorando não só as zebras no asfalto, como os seres humanos andando sobre elas. Eu mesmo já pouco liguei para as faixas, e não só porque se o fizesse corerria risco de alguém bater no meu carro por trás. O pior é que isso&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2012/03/pedestres-paulistanos-aprender/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>…e os motoristas têm mais ainda, claro, tanto é que pedestre algum pode se dar ao luxo de atentar-se apenas à faixa de pedestres em São Paulo, mesmo depois de a Prefeitura ter começado a intensificar a fiscalização desse tipo de abuso. Afinal, mesmo em esquinas patrulhadas por marronzinhos não é nada difícil ver motoristas solenemente ignorando não só as zebras no asfalto, como os seres humanos andando sobre elas.</p>
<p>Eu mesmo já pouco liguei para as faixas, e não só porque se o fizesse corerria risco de alguém bater no meu carro por trás. O pior é que isso não fazia sentido, pois durante praticamente toda a minha vida adulta eu sempre fui — e ainda sou — mais pedestre que motorista. Mas, desde que começaram as campanhas, eu comecei a me policiar sobre as faixas quando estou atrás do volante. Não tenho sido perfeito, claro, mas tenho errado cada vez menos.</p>
<p>Mas também comecei a me policiar quando pedestre também, e isso parece estar faltando. Apesar das campanhas e, principalmente, das multas, os pedestres seguem comportando-se como se nada tivesse mudado. Não digo que todos têm de começar a atravessar as ruas de olhos vendados, claro. Mas é irritante você dobrar uma esquina, parar diante da faixa ao ver um pedestre chegando para atravessar e… ele simplesmente para e imediatamente olha para o outro lado! É até compreensível, pois ele não espera que alguém vá parar na selvageria que é o trânsito de São Paulo.</p>
<p>Mas eu paro. E há outros que param também. E há até os que não costumam parar, mas, quando atrás de alguém que para, não saem buzinando, porque se lembraram de que o correto nessa situação é dar vez ao pedestre. A maioria dos pedestres, entretanto, simplesmente se conforma, e não consigo pensar num verbo melhor do que esse para retratar a situação.</p>
<p>A CET tem divulgado já desde o segundo semestre do ano passado que os pedestres que queiram atravessar devem fazer um sinal com a mão. Eu simplesmente não vejo isso. Acho até exagero o sinal; a campanha deveria conscientizar os motoristas, e eles não deveriam esperar um &#8220;sinal&#8221; para parar. Mas, diante de tantos pedestres que estão conformados em criar raízes a cada esquina, começo a ver que o sinal é necessário, sim. Não que adiante muito, porque nunca consegui parar o primeiro carro ao fazer o sinal. Nunca. Muitos até me olham com estranheza: &#8220;O que esse sujeito está fazendo acenando para mim?&#8221;</p>
<p>A esquina das ruas Pedroso e Martiniano de Carvalho é um excelente exemplo disso. O fluxo de veículos que vêm da Pedroso e viram à esquerda na Martiniano é grande, e não há sinal de pedestres ali. Então, claro, a preferência é do pedestre. Ou deveria ser, porque não é. Atravessar ali é muito difícil. Já quase fui atropelado ali uma vez por um taxista que, quando viu que eu já estava a meio caminho na faixa, resolveu acelerar (!) para passar primeiro. Eu tinha tempo para atravessar, e não precisava nem correr, mas o sujeito acelerou. Quando eu percebi, apertei o passo, mas ele tinha jogado o carro para o mesmo lado. Poderia ter-me acertado, mesmo com o tempo que eu tinha para atravessar e a minha atenção. Não o fez por sorte.</p>
<p>Hoje ainda ocorreu comigo uma situação que eu imaginava que não demoraria muito tempo mais para eu ver. Curiosamente, foi também na Martiniano de Carvalho. Eu estava na Rua Humaitá e viraria à direita na Martiniano, mas havia um pedestre esperando na faixa. Parei, pois. Ele fez sinal para eu passar. Pedi, com a mão, para ele passar. Antes que ele pudesse reagir, o carro que estava atrás de mim me ultrapassou por dentro da curva. Se o pedestre tivesse seguido a minha indicação, teria alguma chance de ser atropelado por um fominha ignorante, apesar de outrem ter cumprido a lei para deixá-lo passar.</p>
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		<title>Um espigão revitaliza?</title>
		<link>http://blog.pittsburgh.com.br/2011/06/espigao-revitaliza/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 23:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Anhangabaú]]></category>
		<category><![CDATA[centro]]></category>
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		<description><![CDATA[Na última página do caderno Mercado da Folha de S. Paulo de domingo, 1.º de maio, há um anúncio de página inteira exaltando o &#8220;breve lançamento&#8221; de um prédio de apartamentos de um e dois dormitórios chamado &#8220;Urbe&#8221; (o anúncio já deve ter sido repetido algumas vezes nesse meio-tempo). O de sempre: algumas dezenas de apartamentos, com área de 44 a 60 metros quadrados, incluindo unidades de dois dormitórios com 45 metros quadrados, possivelmente projetadas para protozoários, não para seres humanos. Imagine um casal com um filho morando em um desses cubículos, que são menores do que apartamentos de hotel&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/06/espigao-revitaliza/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última página do caderno Mercado da <em>Folha de S. Paulo</em> de domingo, 1.º de maio, há um <a href="http://www.pressdisplay.com/pressdisplay/showlink.aspx?bookmarkid=T90M8YR6HH03">anúncio</a> de página inteira exaltando o &#8220;breve lançamento&#8221; de um prédio de apartamentos de um e dois dormitórios chamado &#8220;Urbe&#8221; (o anúncio já deve ter sido repetido algumas vezes nesse meio-tempo). O de sempre: algumas dezenas de apartamentos, com área de 44 a 60 metros quadrados, incluindo unidades de dois dormitórios com 45 metros quadrados, possivelmente projetadas para protozoários, não para seres humanos. Imagine um casal com um filho morando em um desses cubículos, que são menores do que apartamentos de hotel de categoria intermediária.</p>
<p>Mas não há nada de diferente nesse anúncio, a não ser por sua localização: na Rua Álvaro de Carvalho, na Consolação, próximo à Praça da Bandeira. A Álvaro de Carvalho é uma rua degradada por dois viadutos, o Nove de Julho e o Major Quedinho, e tem saída de escadarias de acesso a esses viadutos, que costumam ser ocupadas por mendigos, moradores de rua e drogados, não exatamente a população que quem procura um apartamento desses gostaria de ter como vizinhos. O próprio empreendimento está localizado bem próximo ao Viaduto Nove de Julho.</p>
<p>Nada disso, claro, é citado no anúncio, que limita-se a citar &#8220;alguns atrativos da vizinhança&#8221;, como a proximidade do Masp, da Avenida Paulista, do Shopping Frei Caneca e da Rua Avanhandava. A não ser pela Avanhandava, realmente próxima, &#8220;proximidade&#8221; soa como um termo relativo, já que o Shopping Frei Caneca está a mais de um quilômetro e meio do empreendimento (distância que será maior para quem vai de carro), enquanto o Masp e a Paulista estão a mais de dois. Também são citados hospitais, universidades, uma &#8220;vida cultural intensa&#8221; e &#8220;grande oferta de serviços&#8221;. Outro atrativo, citado com ainda mais destaque, é que o empreendimento está a trezentos metros do Metrô.</p>
<p>Tudo verdade, inclusive a distância até o Metrô — até a entrada, bem entendido, porque para se chegar à plataforma da Estação Anhangabaú há que se descer três lances de escada, de tão funda que é a estação. Obviamente, outras verdades sobre a região não são mencionadas, como os já citados vizinhos, a insegurança e o abandono da região, o grande volume de veículos do horário do rush… Curiosamente, o mapa que acompanha o anúncio destaca a Praça Roosevelt, que fica a pouco mais de quinhentos metros do local. Até pouco tempo atrás, ela nunca foi um grande atrativo, abandonada e decadente que estava. Mesmo hoje, apesar de alguma revitalização proporcionada pelos diversos teatros em seus arredores e das reformas que prometem renovar de vez o logradouro, não tenho certeza se ainda é um grande chamativo.</p>
<p>Isto tudo posto, se a única diferença deste empreendimento para qualquer outro dentre as dezenas anunciados no jornal de hoje é a localização, por que eu decidi falar dele? Porque… bem, porque eu gosto da ideia dele, descontada a metragem ridícula de seus apartamentos. Sim, com cerca de 150 apartamentos (cálculo que fiz baseado na ilustração do prédio no anúncio), ele vai despejar uma quantidade de carros nas ruas do bairro que vai prejudicar ainda mais o trânsito. Mas talvez esse seja o preço a se pagar para revitalizar a Rua Álvaro de Carvalho e seu entorno. Quem sabe a Prefeitura volte a dar alguma atenção à região com supostos &#8220;formadores de opinião&#8221; ali, incluindo também na conta outro empreendimento, em estado um pouco mais avançado, poucos metros acima na mesma Álvaro de Carvalho. Além disso, tudo que o novo predio vai substituir é <a href="http://maps.google.com/maps?f=d&#038;source=s_d&#038;saddr=R.+Formosa&#038;daddr=R.+%C3%81lvaro+de+Carvalho&#038;hl=en&#038;geocode=FRWwmP4dwVc4_Q%3BFaGrmP4dLEw4_Q&#038;mra=dme&#038;mrsp=1&#038;sz=18&#038;dirflg=w&#038;sll=-23.54864,-46.641126&#038;sspn=0.002419,0.004823&#038;ie=UTF8&#038;ll=-23.548807,-46.641716&#038;spn=0.002419,0.004823&#038;t=h&#038;z=18&#038;layer=c&#038;cbll=-23.548765,-46.641636&#038;panoid=0cdc5Nq6OwqjH53VYQneNg&#038;cbp=12,332,,0,4.17">um anódino estacionamento</a>, ao contrário de um empreendimento similar que causou a criminosa <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/12/preocupacao-memoria/">demolição de um casarão na esquina das ruas Augusta e Antônia de Queiroz</a>, no final do ano passado.</p>
<p>É claro que isso poderia ter sido feito com a renovação e modernização de prédios de apartamentos já existentes na via. Um passeio por ali mostra que prédios residenciais ali não faltam, e a maioria deles está num estado lastimável de conservação. A utilização deles agrediria menos a região, pois não adicionaria um número de habitantes muito maior do que o atual. Pouco abaixo do Urbe, o prédio do antigo <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110616/not_imp733027,0.php" class="broken_link">Hotel Cambridge deverá agora ser reformado</a> para abrigar moradias populares, criando uma integração que costuma ser apontada como uma das soluções para reverter a situação de regiões degradadas. Estou certo? Não tenho tanta certeza; só o tempo dirá. Mas vale ter alguma esperança em relação a pelo menos um dos tantos empreendimentos lançados todos os anos em São Paulo.</p>
<p>O que você acha?</p>
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		<title>Kassab, vamos pintar as faixas da 23?</title>
		<link>http://blog.pittsburgh.com.br/2010/08/kassab-pintar-faixas-23/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 01:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No fim de semana do dia 31 de julho o trecho da Avenida Vinte e Três de Maio entre os viadutos Santa Generosa e Tutoia, no Paraíso, foi recapeado. Na sexta-feira seguinte publiquei uma foto da pista ainda sem as faixas, um grande perigo para carros e, especialmente, motos. Imaginei que talvez estivessem esperando o fim de semana, quando há um menor movimento e a pintura atrapalharia menos o trânsito. Qual o quê! Já se passaram dois fins de semana, e nada de as faixas aparecerem. Talvez estejam, esperando elas brotarem de esporos? Nesse ínterim recapearam outro trecho, perto do&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/08/kassab-pintar-faixas-23/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No fim de semana do dia 31 de julho o trecho da Avenida Vinte e Três de Maio entre os viadutos Santa Generosa e Tutoia, no Paraíso, foi recapeado. Na sexta-feira seguinte publiquei <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/pseudopapel/2010/08/23-maio-sem-faixas/">uma foto da pista ainda sem as faixas</a>, um grande perigo para carros e, especialmente, motos. Imaginei que talvez estivessem esperando o fim de semana, quando há um menor movimento e a pintura atrapalharia menos o trânsito. Qual o quê! Já se passaram dois fins de semana, e nada de as faixas aparecerem. Talvez estejam, esperando elas brotarem de esporos? Nesse ínterim recapearam outro trecho, perto do Detran, embora tenham deixado parte dele apenas com o asfalto raspado — e cheio de buracos —, outro grande perigo.</p>
<p>Recapear uma avenida como a Vinte e Três de Maio certamente não é tarefa das mais fáceis, mas não é preciso ser nenhum gênio para perceber que a obra deve ser feita o mais rápido possível quando se tem tempo para isso; ou seja, nos fins de semana. Nesse ritmo, ainda não vai estar pronta quando instalarem a árvore de Natal ao lado do Obelisco do Ibirapuera, que todo ano faz os curiosos travar o trânsito na Vinte e Três por muitas horas do dia e da noite. Vamos apressar as coisas, prefeito Kassab?</p>
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		<title>Um pouco mais sobre baldeações</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 00:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Barra Funda]]></category>
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		<description><![CDATA[Por causa da null, quase todos os dias eu passo da CPTM para o Metrô na Barra Funda, o que me obriga a baldear novamente na Sé para pegar a Linha 1-Azul. A primeira baldeação normalmente é tranquila, apesar da inexplicável insistência em abrir o lado esquerdo do trem da Linha 7 somente vários segundos após o lado direito e também do afunilamento nas catracas de transferência — que existe, mas é menos grave que o afunilamento que ocorre na Luz. Hoje pela manhã, especialmente, a transferência na Barra Funda foi talvez a mais fácil que já fiz por lá.&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/08/baldeacoes/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por causa da <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/07/baldeacao-na-luz-nao-funciona/">null</a>, quase todos os dias eu passo da CPTM para o Metrô na Barra Funda, o que me obriga a baldear novamente na Sé para pegar a Linha 1-Azul. A primeira baldeação normalmente é tranquila, apesar da inexplicável insistência em abrir o lado esquerdo do trem da Linha 7 somente vários segundos após o lado direito e também do afunilamento nas catracas de transferência — que existe, mas é menos grave que o afunilamento que ocorre na Luz. Hoje pela manhã, especialmente, a transferência na Barra Funda foi talvez a mais fácil que já fiz por lá.</p>
<p>Por outro lado, a baldeação na Sé foi talvez a pior. A foto acima dá uma ideia de como estava a situação, embora eu tenha a consciência de que a plataforma da mesma estação no sentido Itaquera na hora do rush à tarde seja um inferno muitas vezes pior. No horário em que a foto foi tirada, por volta das 7h45, costuma aparecer um trem atrás do outro no sentido Jabaquara, tanto é que diversas composições no sentido Tucuruvi são esvaziadas na Estação São Bento para voltarem à Sé vazias no sentido oposto. Hoje o intervalo estava visivelmente maior, e o resultado é que a plataforma esvaziava um pouco a cada trem que chegava para depois voltar a encher em questão de segundos.</p>
<p>Consegui entrar apenas no quinto trem. Ontem cheguei à Sé dois minutos depois em relação a hoje, e cheguei ao escritório quase vinte minutos antes. Felizmente, a situação que vivi hoje não é a regra; ao menos não no horário em que passo por lá. Mas quem eventualmente passou por ali hoje pela primeira vez não teve boa impressão. Mesmo quem passa só de vez em quando não deve ter gostado. E isso é o primeiro passo para termos mais carros na rua, piorando o trânsito ainda mais.</p>
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		<title>Vinte e Três de Maio sem faixas</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 00:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vinte e Três de Maio]]></category>

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		<description><![CDATA[No último fim de semana a pista sentido centro–bairro da Avenida Vinte e Três de Maio foi recapeada na altura do Paraíso. Já estamos na quinta-feira (a foto foi tirada às 17h43), e ainda não pintaram as faixas. Por mais que as camadas de asfalto simulem algo parecido, sem as faixas o perigo é maior para quem dirige, especialmente para os motociclistas, cujo rastro pode ser visto acima entre a faixa da esquerda e a seguinte. Na foto também percebe-se os espertões na faixa da direita: muitos deles sabem que a faixa é exclusiva para quem vai acessar a saída&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/08/23-maio-sem-faixas/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último fim de semana a pista sentido centro–bairro da Avenida Vinte e Três de Maio foi recapeada na altura do Paraíso. Já estamos na quinta-feira (a foto foi tirada às 17h43), e ainda não pintaram as faixas. Por mais que as camadas de asfalto simulem algo parecido, sem as faixas o perigo é maior para quem dirige, especialmente para os motociclistas, cujo rastro pode ser visto acima entre a faixa da esquerda e a seguinte. Na foto também percebe-se os espertões na faixa da direita: muitos deles sabem que a faixa é exclusiva para quem vai acessar a saída da Praça Estado da Palestina, mas seguem nela assim mesmo, a fim de evitar parte do congestionamento nas faixas mais à esquerda. Mal percebem eles que ajudam a aumentar ainda mais o trânsito com tal atitude egoísta. Como a educação dos espertões não depende de atitudes da Prefeitura, que tal ao menos pintar as faixas?</p>
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