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	<title>Pseudopapel &#187; Folha de S. Paulo</title>
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	<description>Porque de eletrônico este espaço só tem o formato.</description>
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		<title>A revista Sãopaulo não fala de São Paulo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 17:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de S. Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Sãopaulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Como tenho feito em quase todas as semanas desde a primeira edição, comprei a revista Sãopaulo — ou, mais precisamente, comprei a Folha de S. Paulo de domingo, que vem com a revista encartada. E, como tem sido quase a regra, fiquei decepcionado. A revista deveria tratar da cidade. Falar de seus problemas, das pessoas que a constróem, da sua história, de seus projetos, de suas ideias. Em vez disso, faz reportagens que citam São Paulo apenas genericamente. A capa da edição de domingo passado é um perfeito exemplo disso: &#8220;Enomania — De R$ 23 a R$ 100, um guia&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/06/revista-saopaulo-nao-fala-sao-paulo/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tenho feito em quase todas as semanas desde a primeira edição, comprei a revista <em>Sãopaulo</em> — ou, mais precisamente, comprei a <em>Folha de S. Paulo</em> de domingo, que vem com a revista encartada. E, como tem sido quase a regra, fiquei decepcionado. A revista deveria tratar da cidade. Falar de seus problemas, das pessoas que a constróem, da sua história, de seus projetos, de suas ideias. Em vez disso, faz reportagens que citam São Paulo apenas genericamente. A capa da edição de domingo passado é um perfeito exemplo disso: &#8220;Enomania — De R$ 23 a R$ 100, um guia para descobrir qual vinho tem o seu estilo&#8221;. E isso tem a ver com São Paulo porque…? Bem, não tem.</p>
<p>As duas páginas de abertura da respectiva matéria ainda tentam encaixar a cidade, com uma foto do <em>skyline</em> do centro, estragada pela silhoueta negativa de uma garrafa de vinho, e o título &#8220;Cidade engarrafada&#8221;, mas tudo parece apenas um artifício para justificar a reportagem, cujo objetivo confesso é &#8220;dissolver a pompa que ainda cerca a bebida&#8221;. Não sei avaliar, e nem pretendo, se a matéria é boa ou ruim, mas está na cara que ela teria lugar num suplemento sobre comidas e bebidas, na Ilustrada ou até no Cotidiano. Na <em>Sãopaulo</em> simplesmente não se justifica.</p>
<p>A edição da semana passada também lista 12 das 51 capas já publicadas, o que só serve para comprovar a minha tese. Nas oito primeiras há assuntos que não me interessam, mas que se encaixam perfeitamente em uma revista do tipo. Já as quatro últimas são fúteis e com nada ou muito pouco a ver com a cidade. A saber:</p>
<ul>
<li>Na edição 37, de fevereiro, &#8220;estudantes mostram como se vestem para ir à escola&#8221;. Hein? Essa moda tem a ver com a cidade? Claro que não!</li>
<li>Na edição 40, de março, &#8220;o design democrático de Fernando Jaeger é tema de perfil&#8221;. Quem sou eu para determinar se um design é bom ou ruim? Mas, sendo bom ou sendo ruim, o que ele fala de São Paulo?</li>
<li>Na edição 42, de abril, &#8220;chefs de cozinha revelam as receitas que preparam em casa&#8221;. Além do fato de a casa de cada um deles ficar em São Paulo, que raios isso mostra do dia a dia da cidade?</li>
<li>Na edição 50, de maio, &#8220;especial verde indica soluções para mudar o seu mundo&#8221;. O especial é composto de diversas reportagens &#8220;ecológicas&#8221; que ocupam 21 páginas, mas apenas seis delas tratam especificamente da cidade, mais dois terços de outra página. Mesmo que encaixemos as três páginas sobre sacolas plásticas, uma polêmica que promete mexer com São Paulo daqui a alguns meses, ainda assim não temos metade do especial falando sobre o que deveria ser o tema principal da revista.</li>
</ul>
<p>Se compararmos as reportagens de capa acima, selecionadas pela própria equipe que faz a revista, com algumas das primeiras capas, é de entristecer. A número 1 trouxe fotografias inéditas da construção da Linha 4 do Metrô. O número 7 falou do dia a dia de uma penitenciária feminina paulista (matéria que não me interessa nem um pouco, mas que tem a ver com o que a revista deveria abordar). O número 12 trouxe talvez a melhor reportagem de capa da ainda curta história da <em>Sãopaulo</em>, falando sobre lojas fundadas no início do século passado e que ainda persistem. Mesmo recentemente houve alguns bons exemplos, como a matéria sobre os flanelinhas publicada em março e a sobre vagas de estacionamento publicada em abril. Foram reportagens que se aprofundaram em problemas reais da cidade.</p>
<p>A revista ainda está devendo reportagens sobre a história de São Paulo, algo que tem sido muito bem abordado pela mensal <em>Época São Paulo</em>, revista que também tem tido seus maus momentos. Já a <em>Veja São Paulo</em> parece estar se recuperando de um passado recente em que matérias sobre &#8220;o dentista das celebridades&#8221; e afins quase dominaram as pautas de capa, mas ainda está longe do que foi principalmente nos anos 1980, quando a cidade estava estampada em suas páginas.</p>
<p>Nas páginas de <em>Sãopaulo</em>, definitivamente, São Paulo ainda não está estampada. Por muitas vezes, a impressão que tenho é de folhear a finada <em>Revista da Folha</em>, que muito raramente tinha algo interessante (como uma reportagem sobre o Edifício São Vito publicada em 2002) e um ano atrás deu lugar à <em>Sãopaulo</em>. Sem dúvida, a versão atual é melhor, mas ainda tem muito o que evoluir.</p>
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		<title>A preocupação não é só com a memória</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 22:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[abandono]]></category>
		<category><![CDATA[Consolação]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de S. Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Rua Augusta]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada o site Folha Online, pertencente ao jornal Folha de S. Paulo, publicou uma matéria sobre um casarão na Rua Augusta que estava sendo demolido, para dar lugar a um espigão, provavelmente com nome estrangeiro. Até aí, nenhuma novidade: casas antigas são derrubadas com alguma frequência em São Paulo. A notícia, na verdade, tinha-me sido passada um dia antes pelo Douglas Nascimento, do site São Paulo Antiga, por e-mail. Ele logo atualizou a página sobre o casarão no site com a informação da demolição. Enquanto isso, na página de comentários da notícia na Folha Online, havia quase tantos&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/12/preocupacao-memoria/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada o site <em>Folha Online</em>, pertencente ao jornal <em>Folha de S. Paulo</em>, publicou uma matéria sobre um <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/845984-casarao-na-rua-augusta-em-sp-da-lugar-a-predio.shtml">casarão na Rua Augusta que estava sendo demolido</a>, para dar lugar a um espigão, provavelmente com nome estrangeiro. Até aí, nenhuma novidade: <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/10/que-sobrou-casas-carlos-sampaio/">casas antigas são derrubadas com alguma frequência em São Paulo</a>. A notícia, na verdade, tinha-me sido passada um dia antes pelo Douglas Nascimento, do site <a href="http://www.saopauloantiga.com.br/"><em>São Paulo Antiga</em></a>, por e-mail. Ele logo atualizou <a href="http://www.saopauloantiga.com.br/rua-dona-antonia-de-queiros/">a página sobre o casarão no site</a> com a informação da demolição.</p>
<p>Enquanto isso, <em>na página de comentários da notícia na Folha Online</em>, havia quase tantos comentários <em>favoráveis</em> à demolição quanto contrários. Isso, claro, não foi exatamente uma surpresa. A surpresa estava contida nos motivos alegados para defender a demolição. Veja alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>&#8220;Preservar um prédio que nem tem informações históricas? Para que <em>(sic)</em>? Não é uma árvore ou um ser. Melhor uma construção útil, <strong>que todos possam usar</strong> e que acabe com aquele fantasma que deixa a região insegura.&#8221;</li>
<li>&#8220;Isto mesmo São Paulo, não a velharia, sou a favor do progresso. Tem mais é que por <em>(sic)</em> estes prédios antigos abaixo e dar lugar aos modernos, muda tudo, novos ares!&#8221;</li>
<li>&#8220;Essas coisas velhas e antiquadas só trazem nostaugia <em>(sic)</em> e bichos pra nossa linda e moderna cidade.&#8221;</li>
<li>&#8220;São Paulo já está com <strong>número alto de patrimônios históricos</strong>, colocando um prédio de nivel melhor ali melhora a região.&#8221;</li>
<li>&#8220;Já vai tarde, pois <strong>aquela região necessita urgentemente de imóveis novos</strong> <em>(…)</em> região central não pode mais conviver com o <strong>atraso</strong> e descaso.&#8221;</li>
<li>Hehehe, ja <em>(sic)</em> vai tarde!!! Confundir ruína com cultura, se esses comentários valessem alguma coisa, imagina o bonde, o lixeiro de carroção de burros, telefone de manivela e <strong>outras porcarias</strong>.</li>
<li>Haaaaa parem de chorar, <strong>tem mais que derrubar essas porcarias mesmo</strong>. Quanto mais obras mais empregos…</li>
<li><strong>Já vai tarde esse lixo!</strong> Que venham obras que reduza <em>(sic)</em> a incrivel <em>(sic)</em> deterioração da área.</li>
<li><strong>Velharia</strong>! Viva o progresso de são paulo, viva!!!</li>
<li>Muito Bom! Finalmente irão dar uma destinação a um terreno que era também ploblema <em>(sic)</em> social pelo abandono e pelas invasões. <em>(…)</em> Naquele pedaço tem <em>(sic)</em> mesmo que sair vários prédios e construções novas com o fulcro de acabar com as casas velhas e cortiços que por lá persistem.</li>
<li>Na minha modesta opinião, não vejo traços artisticos significativos <strong>nesse pardieiro</strong>. Que venha uma construção moderna e clean para revitalizar, ainda mais, a região.</li>
<li><strong>Já tem muito casarão tombado em São Paulo.</strong> Não fará falta.</li>
</ul>
<p>Ninguém é obrigado a admirar todos os casarões que ainda resistem em São Paulo, e nem todo imóvel velho é necessariamente histórico. Mas é preocupante que tanta gente despreze alguma coisa pelo simples fato de ser antiga. Não é de se admirar, pois, que a memória paulistana, paulista e brasileira seja sempre colocada para escanteio. Aí vai da consciência de cada um. Alguns criticaram o processo de tombamento, no que têm razão, pois ele é, na maioria dos casos, prejudicial aos donos dos imóveis, que se veem impedidos até de fazer reformas revitalizadoras. O problema, aí, é do processo, não do tombamento em si. Está na hora de mudá-lo.</p>
<p>Os comentários que defendem a gentrificação da região — incluindo um que está mais para higienização social pura e simples — ignoram um grande problema. Um prédio naquele terreno adicionará dezenas de novos automóveis ao trânsito já caótico das ruas Augusta e da Consolação. Isso sem falar que prédios, atualmente complexos isolados por muros, grades e cercas elétricas, não são nenhuma garantia de &#8220;revitalização&#8221; de uma região. Há exemplos que deram certo e exemplos que não fizeram diferença alguma. Ou seja, muitos dos comentaristas defendem uma solução mágica que, na verdade, causará outros problemas. Há quem defenda até a construção de &#8220;vários prédios e construções novas&#8221;. <a href="http://blogdogiesbrecht.blogspot.com/2010/10/o-profeta-do-caos.html">São Paulo e, mais especificamente, seu centro, ainda aguentam?</a> Aguentar, até aguentam. Mas não sem impor uma grande redução na qualidade de vida de todos os moradores, não apenas dos novos.</p>
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		<title>E como saiu o nome do jornal?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 01:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de S. Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[No jornalismo impresso é impossível corrigir-se erros, quaisquer que sejam, a não ser com uma nota publicada posteriormente. A Folha de S. Paulo tem uma seção chamada &#8220;Erramos&#8221; justamente para esses casos, algo que nem todo jornal tem, ao menos não como seção fixa. Na gigantesca maioria das vezes, as correções são algum nome grafado errado ou um problema com crédito (falta de crédito em fotos ou crédito dado erroneamente). Mas às vezes aparecem algumas pérolas que merecem ser registradas. Lembro-me de um &#8220;Erramos&#8221; da Folha alguns anos atrás, que tinha algo como: &#8220;Ao contrário do que publicamos ontem, o&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/10/como-saiu-nome-jornal/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No jornalismo impresso é impossível corrigir-se erros, quaisquer que sejam, a não ser com uma nota publicada posteriormente. A <em>Folha de S. Paulo</em> tem uma seção chamada &#8220;Erramos&#8221; justamente para esses casos, algo que nem todo jornal tem, ao menos não como seção fixa. Na gigantesca maioria das vezes, as correções são algum nome grafado errado ou um problema com crédito (falta de crédito em fotos ou crédito dado erroneamente). Mas às vezes aparecem algumas pérolas que merecem ser registradas.</p>
<p>Lembro-me de um &#8220;Erramos&#8221; da <em>Folha</em> alguns anos atrás, que tinha algo como: &#8220;Ao contrário do que publicamos ontem, o período de gestação da espécie humana é de nove meses.&#8221; Foi o mais curioso que eu li até o sábado passado, que é o que está aí em cima, destacado. (Sim, eu sei que há piores, mas estou falando dos que eu efetivamente li no jornal.)</p>
<p>Errar o nome do próprio jornal já é algo bastante bizarro, mas a situação é ainda mais estranha porque parece ter sido uma exposição desnecessária. Em nenhuma das versões da edição na Internet, seja por meio do <a href="http://www.pressdisplay.com/pressdisplay/showlink.aspx?bookmarkid=MNM2IFLNKNM7&#038;linkid=e27d34d9-2f7f-45e0-8f34-d4c17887fa01">PressDisplay</a> ou <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po0910201026.htm">no próprio site do jornal</a>, encontrei o tal do erro. Na edição nacional do jornal de sábado 9, a primeira edição fechada, aparentemente o erro também não aparece, por isso é improvável que aparecesse na edição São Paulo, fechada depois. Ao que tudo indica, o erro esteve concentrado apenas em alguns poucos exemplares da primeira impressão da edição nacional — não consegui comprovação.</p>
<p>O esforço para corrigir o erro é louvável, mas talvez tenha sido uma reação exagerada a um problema que supostamente foi corrigido a tempo, antes de causar algum prejuízo.</p>
<p>Eu só gostaria de saber como o nome do jornal foi grafado. Se por algum acaso o que saiu foi &#8220;Falha de S. Paulo&#8221;, seria bastante irônico ter ocorrido na mesma semana em que <a href="http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/justica-tira-do-ar-site-que-criticava-a-folha-de-s-paulo-20101005.html" class="broken_link">o jornal entrou na justiça</a> para tirar do ar um site de paródia que usava o mesmo logo da <em>Folha</em>, mas sob o nome &#8220;Falha&#8221;.</p>
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