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	<title>Pseudopapel &#187; design</title>
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	<description>Porque de eletrônico este espaço só tem o formato.</description>
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		<title>Novo visual do Pseudopapel</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 02:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[Expediente]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje não é nenhuma data especial para o Pseudopapel. Foi apenas a data em que calhou de eu completar os principais testes para colocar no ar um novo visual para o site, algo em que eu já venho trabalhando há muito tempo. Na verdade, desde que coloquei o site no ar eu tinha certeza que o layout não seria definitivo. Aos poucos, fui percebendo que eu teria, mesmo, de mudar, apesar de o tempo para isso ser escasso. O layout anterior eu criei com base em um modelo já existente, em grande parte para aprender a mexer no WordPress; o&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/03/novo-visual-pseudopapel/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje não é nenhuma data especial para o Pseudopapel. Foi apenas a data em que calhou de eu completar os principais testes para colocar no ar um novo visual para o site, algo em que eu já venho trabalhando há muito tempo. Na verdade, desde que coloquei o site no ar eu tinha certeza que o layout não seria definitivo. Aos poucos, fui percebendo que eu teria, mesmo, de mudar, apesar de o tempo para isso ser escasso. O layout anterior eu criei com base em um modelo já existente, em grande parte para aprender a mexer no WordPress; o layout novo foi criado a partir do zero. Simples, mas, acredito, eficaz.</p>
<p>Algo que me incomodava bastante era o fato de a foto de abertura dos textos ter de ser menor que as outras. Isso, na verdade, continuará ocorrendo para os textos já publicados até hoje. Não ocorrerá mais para os próximos, incluindo este. Já as fotos maiores já publicadas serão recortadas em cerca de 5% de suas larguras, algo que provavelmente passará despercebido em quase todos, senão todos, os casos.</p>
<p>No fim das contas, &#8220;por fora&#8221; as mudanças não foram tão grandes. Com a mudança, tenho em mãos um layout menos &#8220;engessado&#8221;, o que permitirá que algumas postagens ganhem um visual diferente das demais quando necessário — e também quando houver tempo.</p>
<p>Antes disso, será necessário fazer alguns ajustes. Alguns deles já sei que tenho de fazer, outros descobrirei aos poucos. Qualquer erro, por favor adicione um comentário aqui embaixo, para eu poder corrigir.</p>
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		<title>De revolução não houve nada</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 22:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal da Tarde]]></category>

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		<description><![CDATA[O site do Jornal da Tarde estava sem qualquer atualização significativa de layout desde 2003, se não me falha a memória. E só coloquei o adjetivo &#8220;significativa&#8221; na frase anterior porque, quando trocou o logotipo em 2006, o logotipo do site também foi mudado. O site nada mais era do que uma mera lista das matérias publicadas na edição do dia, com acesso restrito a assinantes na maioria das matérias. Por tudo isso, fiquei curioso para ver o que o novo layout reservava quando li na edição de terça-feira sobre a estreia do dia seguinte. Não parecia ser nada revolucionário,&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/06/de-revolucao-nao-houve-nada/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site do <em>Jornal da Tarde</em> estava sem qualquer atualização significativa de layout desde 2003, se não me falha a memória. E só coloquei o adjetivo &#8220;significativa&#8221; na frase anterior porque, quando trocou o logotipo em 2006, o logotipo do site também foi mudado. O site nada mais era do que uma mera lista das matérias publicadas na edição do dia, com acesso restrito a assinantes na maioria das matérias. Por tudo isso, fiquei curioso para ver o que o novo layout reservava quando li <a href="http://txt.jt.com.br/editorias/2010/06/01/ger-1.94.4.20100601.26.1.xml" class="broken_link">na edição de terça-feira</a> sobre a estreia do dia seguinte. Não parecia ser nada revolucionário, mas parecia melhor do que o que se tinha antes:</p>
<blockquote><p>Apresentadas de forma a facilitar a leitura, as notícias são publicadas em blogs para cada uma das seções. (…) &#8220;É um site que nasce do papel, que já nasce integrado. A equipe que faz o jornal também faz o site. O leitor tem unidade de produção&#8221;, afirma a editora-chefe do jornal, Claudia Belfort. (…) Para o diretor de conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour, o site representa uma nova forma de desfrutar do <em>[sic]</em> jornalismo do <em>Jornal da Tarde</em>.</p>
<h6>Lais Cattassini, Jornal da Tarde, 1/6/2010</h6>
</blockquote>
<p>De fato, a reformulação ficou longe de ser revolucionária. O site virou um grande blog, com direito até ao <a href="http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/hello-world/">post &#8220;Olá, Mundo&#8221;</a>, do WordPress. A <em>home page</em> é &#8220;dura&#8221;, com um painel de rotação de destaques que não tem espaço para criatividade (foto, título de duas linhas e texto de três linhas), seguido de uma manchete maior e cinco menores.</p>
<p>Ao lado, uma barra com atualizações do Twitter, mas o jornal comete o mesmo erro que boa parte dos veículos de comunicação e usa o microblog como uma simples — e inútil — lista de links. Isso permite que às vezes as chamadas dos destaques se repitam entre as do Twitter. Ainda é de se espantar a falta de visão da redação, que só foi registrar sua conta no Twitter <a href="http://twittercounter.com/jornaldatarde_">no último dia 3 de maio</a> e teve de se contentar com um <em>underscore</em> no final do nome (<em>jornaldatarde_</em>). Não dá nem para dizer que quem registrou o <em>jornaldatarde</em> o fez com antecedência, pois foi <a href="http://twittercounter.com/jornaldatarde">menos de dois meses antes</a>.</p>
<p>O jornal impresso foi quase que totalmente ignorado. Na estreia, esqueceram-se até do link para a edição digital, em PDF, aberta apenas aos assinantes. No dia seguinte colocaram o link, mas apontando para o endereço errado, erro que ainda não foi corrigido. A edição do dia é representada apenas por uma imagem pequena da capa. Clicada, ela leva para uma versão maior, mas ainda ilegível. Abaixo dessa imagem, uma lista de três links para matérias da edição do dia é tudo que se tem como indicação do que saiu no jornal impresso. Outras matérias da versão impressa até estão disponíveis no site, mas nao dá para saber quais são sem comparar com o jornal.</p>
<p>Dentro das seções, a organização é caótica. Na lista de notícias, que não tem espaço para nenhum destaque, cada uma delas é seguida por um excesso de links para &#8220;posts relacionados&#8221;. As categorias dos posts ainda ajudam um pouco na busca se a seção em questão for Esportes ou Jornal do Carro. Nas outras, há poucas categorias, todas muito genéricas. A pesquisa por data praticamente inexiste, a não ser pelos arquivos, separados por mês. Não é lá grande ajuda: em maio, por exemplo, foram 218 postagens na editoria Cidade. Como encontrar algo no meio de tanta coisa? (Ainda bem que há a busca, modelo WordPress, que ajuda nesse quesito.)</p>
<p>De bom, mesmo, a possibilidade de comentar as notícias e os blogs de colunistas novos e antigos. O Blog da Garoa e o Vida de Solteiro foram boas surpresas. Robson Morelli, do caderno de Esportes, já mantinha no <em>Estadão.com.br</em>, um blog atualizado esporadicamente, e parece que agora escreverá com mais frequência. Vamos ver se daqui a seis meses todos os blogs continuarão a ser atualizados.</p>
<p>Em suma, há muito o que melhorar no novo site do <em>JT</em>. Se a ideia de transformar o site num grande blog facilita a atualização, sou a favor, mas seria interessante deixar o layout menos &#8220;engessado&#8221;, algo que deve ter sido feito pensando em repórteres que têm intimidade apenas com o texto. Deixar um diretor de arte responsável que pudesse tomar conta do layout poderia ajudar. Com ou sem diretor de arte, daria para usar melhor as fotos no site, explorando de fato mecanismos multimídia, neste instante limitados a um vídeo na barra direita da <em>home</em>, sem índice ou mecanismo de pesquisa.</p>
<p>Entre os anos 1960 e 1980 o <em>JT</em> sempre foi um jornal de vanguarda e inovador. Essa característica foi perdida, especialmente com as últimas reformas gráficas, que tiraram as características diagramações diferenciadas que ele tinha, transformando-o num jornal comum. Como o site só pegou a fase pouco inspirada, nunca chegou sequer perto de ser referência. Sempre deu a impressão de ser algo que era mantido por obrigação. Essa impressão persiste.</p>
<h5>Atualização (8/6/2010, 10h45):</h5>
<p>O link para a edição digital finalmente foi corrigido.</p>
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		<title>Olá de novo, mundo!</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 08:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[Expediente]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Mantive um blog entre dezembro de 2001 e abril de 2007, que alternou períodos de postagens muito frequentes e muito esparsas. A intenção era falar sobre tudo o que me viesse à cabeça, o que obviamente gera postagens que algum tempo depois já deixam de fazer sentido, mas também gera bons textos aqui e ali. O blog acabou encerrado meio que sem querer — e nunca oficialmente —, depois de uma enorme entressafra de postagens. Depois disso, por várias vezes tive textos na cabeça para postar, mas não tinha onde inseri-los. Perfeccionista como sou, só iria colocá-los no meu blog&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/06/ola-de-novo-mundo/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mantive um blog entre dezembro de 2001 e abril de 2007, que alternou períodos de postagens muito frequentes e muito esparsas. A intenção era falar sobre tudo o que me viesse à cabeça, o que obviamente gera postagens que algum tempo depois já deixam de fazer sentido, mas também gera bons textos aqui e ali. O blog acabou encerrado meio que sem querer — e nunca oficialmente —, depois de uma enorme entressafra de postagens.</p>
<p>Depois disso, por várias vezes tive textos na cabeça para postar, mas não tinha onde inseri-los. Perfeccionista como sou, só iria colocá-los no meu blog quando tivesse de fato um novo blog, com conteúdo mais definido e um layout decente. A parte do layout foi a mais difícil, pois testei diversos temas sem nunca conseguir um resultado satisfatório.</p>
<p>As coisas só melhoraram quando trombei com o tema <a href="http://rodrigogalindez.com/themes/modern-clix/">Modern Clix</a>, que foi o tema pronto que mais me agradou entre as centenas que procurei pela Internet — se eu fosse esperar ter o tempo necessário para elaborar um layout a partir da estaca zero, provavelmente o blog não ficaria pronto num prazo minimamente razoável. Já fiz diversos ajustes no tema em questão, e a intenção é seguir adaptando-o o quanto for possível até chegar ao layout ideal para mim. Em algum ponto do futuro pretendo fazer postagens com layout personalizado, no estilo do <a href="http://www.jasonsantamaria.com">blog de Jason Santamaria</a>.</p>
<p>Não que eu tenha guardado tais textos, que na verdade nunca foram escritos. Mas sempre que as ideias pipocarem eu terei onde colocá-las. Isso, claro, se eu estiver em algum lugar de onde seja possível publicar. Não raro as ideias pipocam justamente onde não tenho como sequer anotá-las.</p>
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