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	<title>Pseudopapel &#187; bancos</title>
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	<description>Porque de eletrônico este espaço só tem o formato.</description>
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		<title>Santander: o banco das tarifas &#8220;juntas&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 14:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Banco Santander]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
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		<description><![CDATA[Até meados do ano passado eu mantinha uma conta no Citibank, onde pagava R$ 39,90 de tarifa mensal. Periodicamente, recebo pagamentos do exterior, que sempre foram processados pelo Citi sem burocracia e sem cobrança de tarifas. Eu só recebia um aviso de pagamento e solicitava o depósito em minha conta. Nada me era cobrado a mais por isso. No ano passado, recebi uma visita do pessoal do então Banco Real, pois a empresa onde eu trabalhava passaria a fazer pagamento de salário por ali. Optei por abrir uma conta apenas para receber salário, pois não me interessava trocar o Citi&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/07/santander-banco-tarifas-juntas/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até meados do ano passado eu mantinha uma conta no Citibank, onde pagava R$ 39,90 de tarifa mensal. Periodicamente, recebo pagamentos do exterior, que sempre foram processados pelo Citi sem burocracia e sem cobrança de tarifas. Eu só recebia um aviso de pagamento e solicitava o depósito em minha conta. Nada me era cobrado a mais por isso. No ano passado, recebi uma visita do pessoal do então Banco Real, pois a empresa onde eu trabalhava passaria a fazer pagamento de salário por ali. Optei por abrir uma conta apenas para receber salário, pois não me interessava trocar o Citi naquele momento. Foi-me oferecida, então, uma conta no Van Gogh, sem cobrança de tarifas. Aceitei, pois, e acabei por fechar minha conta no Citibank, acreditando que eu teria um atendimento similar no Real (que eu já sabia que iria se converter em Santander), por uma tarifa mais baixa.</p>
<p>Ledo engano.</p>
<p>A primeira surpresa desagradável foi na hora de receber o primeiro pagamento enviado do exterior: era necessária uma grande burocracia, que incluía envio do contrato com o Google (que faz o pagamento), da ordem de pagamento emitida pelo próprio Google e de um documento assinado. Garantiram-me que seria apenas aquela primeira vez. Pouco depois, a segunda surpresa desagradável: uma cobrança de R$ 24,90 por operação de câmbio, mesmo quando duas eram efetuadas juntas. Como escrevi acima, o Citi não me cobrava nada por isso, e sei por exeperiência própria que essa é uma operação das mais simples. Acho muito difícil justificar um valor tão alto. A taxa de câmbio utilizada também foi uma grande decepção: bem abaixo da cotação oficial. No Citibank, a taxa era inferior à cotação oficial, mas muito próxima.</p>
<p>Se tivesse parado por aí, eu provavelmente não teria ligado muito. Afinal, esses pagamentos são efetuados no máximo mensalmente, então ainda representavam uma economia, embora já não tão grande como poderia — e deveria — ser. Eis que em maio último tive minha terceira surpresa desagradável, que foi a cobrança de R$ 38,00 de mensalidade. É possível que a isenção de tarifa fosse uma opção do Real, suprimida com a mudança para o Santander, mas não recebi um único comunicado, um único aviso. Não recebi nada; simplesmente um dia começaram a cobrar. Na verdade, apesar de terem mudado os números da minha agência e conta para adaptá-los ao Santander, o cartão que eu uso ainda é do Real, pois não se dignaram a mandar-me um cartão do Santander. Mas cobrar, isso cobram! E, de uma hora para a outra, passei a pagar, incluindo a tarifa de câmbio, mais de 50% a mais por mês do que pagava no Citibank.</p>
<p>Para piorar ainda mais, hoje tive a quarta surpresa desagradável, que foi com o mais recente fechamento de câmbio. Essa surpresa desagradável já tinha sido iniciada na semana retrasada, quando descobri que eu teria de enviar novamente os documentos, o que foi suavizado um pouco com a possibilidade de mandá-los escaneados, mesmo o documento assinado. Depois de tudo enviado, ainda assim tive de cobrar a mesa de câmbio por email para que o depósito fosse efetuado, depois de três dias úteis sem ele cair na minha conta. Não obstante tudo isso, ao acessar meu extrato online descobri que a tarifa de operação de câmbio mais que triplicou, passando para R$ 90,00. Escrevo mais uma vez, pois ainda tenho dificuldades em acreditar: <em>a tarifa mais que triplicou!</em> Mais uma vez: <strong>o Santander cobra uma tarifa três vezes maior.</strong> Agora acho que caiu a ficha. Ou seja, mesmo que o Santander <em>me pagasse cinquenta reais</em> para manter minha conta lá, a tarifa de operação de câmbio faria com que isso não valesse a pena na comparação com o Citibank. Imagine, então, pagar 38 reais como mensalidade!</p>
<p>Voltando à cotação usada, o dólar comercial fechou ontem, para venda, em 1,5427 real. O meu depósito foi feito com uma cotação de 1,4890 real. Mesmo sem receber nenhuma fortuna (no caso, 727,60 dólares), o prejuízo com a cotação foi de 39,07 reais. Somando-se aos absurdos R$ 90 da tarifa, temos quase 130 reais, isso sem falar no IOF (4,11 reais) e no imposto de renda, que eu declaro e soma outros quase trezentos reais à conta. Uma mordida de quase 50%, cortesia dos impostos escorchantes deste país e das tarifas do Santander.</p>
<p>Liguei para a minha agência às 9h58, mas fui informado que só poderia ser atendido dali a dois minutos (!). Deixei recado, pois, que foi retornado em cerca de meia hora — a única surpresa agradável desta história. A minha gerente está em licença-maternidade, então falei com outra gerente, que não conhecia as tarifas de câmbio e não sabia me dizer se os R$ 90,00 eram um erro ou se essa seria a tarifa cobrada pelo Santander (enquanto os R$ 24,90 seriam a tarifa do extinto Real). Ou seja, até agora a mudança do Real para o Santander só me trouxe prejuízo e desprazer. Parece que o tal do &#8220;juntos&#8221; envolve apenas Real e Santander, não o cliente. A opção de voltar ao Citibank já se tornou extremamente atraente, e parece que será o caminho que seguirei.</p>
<p>Estou profundamente decepcionado com o Santander. Enviei este texto para o email redes.sociais@santander.com.br, que é o endereço que <a href="http://twitter.com/#!/SacSantander_br/status/89066543903813632" class="broken_link">o Twitter do banco costuma indicar</a> quando alguém lhe direciona um tuíte. Não acredito que vá resolver o meu problema, mas esta postagem será atualizada com o desenrolar da situação, para o bem e para o mal.</p>
<p>Como a resposta estava demorando mais do que eu imaginava, perguntei qual era o tempo médio de espera. Fui informado que  o prazo máximo era de <a href="http://twitter.com/SacSantander_br/status/97001063240040449" class="broken_link">&#8220;cinco dias úteis&#8221;</a>, que seriam completados na última terça-feira, 2 de agosto. Não recebi comunicação alguma. No dia 3, entrei em contato mais uma vez pelo Twitter, informando que já estávamos no sexto dia útil, mas eu ainda não tinha recebido uma posição do banco. Responderam-me, novamente via Twitter, que meu caso estava em análise e que <a href="http://twitter.com/SacSantander_br/status/98740096999759872" class="broken_link">naquele mesmo dia</a> (quarta 3) eu seria contatado. Não fui. Isso só aconteceria às 15h43 de quinta-feira 4, por meio de uma ligação da gerente da minha conta, que não sei se ligou por causa do contato que fiz com ela na semana passada ou por causa do email enviado para o tal redes.sociais.</p>
<p>Em uma ligação de 29 minutos, ela não soube dizer por que tive cobrados dois valores diferentes para um mesmo tipo de operação. A melhor teoria foi de que no novo contrato que mandei preenchido foi selecionada uma opção diferente de serviço em algum campo. Os campos que preenchi foram os de dados pessoais, e havia diversos outros que deveriam ser preenchidos pelo banco ou por outrem.</p>
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		<title>O saque sem segurança do Citibank</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 00:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[Itaú]]></category>

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		<description><![CDATA[Venho aproveitar-me mais uma vez desta tribuna virtual para expor o fraco atendimento de mais uma empresa a seus consumidores. A empresa desastrada da vez é o Citibank, de quem tenho cartões de crédito há seis anos, sem nunca ter tido grandes problemas. Mas, quando o problema apareceu, veio gigante. Na manhã da última sexta-feira recebi uma ligação da área de fraude do Citibank, que perguntava se eu reconhecia um saque de 520 reais feito com meu cartão de crédito Visa de final 8310, cerca de uma hora antes. Não, eu não reconhecia. O atendente perguntou se eu estava com&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/02/saque-sem-seguranca-citibank/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venho aproveitar-me mais uma vez desta tribuna virtual para expor o fraco atendimento de mais uma empresa a seus consumidores. A empresa desastrada da vez é o <b>Citibank</b>, de quem tenho cartões de crédito há seis anos, sem nunca ter tido grandes problemas. Mas, quando o problema apareceu, veio gigante.</p>
<p>Na manhã da última sexta-feira recebi uma ligação da área de <b>fraude do Citibank</b>, que perguntava se eu reconhecia um saque de 520 reais feito com meu cartão de crédito Visa de final 8310, cerca de uma hora antes. Não, eu não reconhecia. O atendente perguntou se eu estava com o meu cartão. Eu estava. Ele então me informou que um segundo saque, no valor de mil e poucos reais, foi bloqueado. Segundo a informação que me foi passada naquele dia, as duas tentativas de saque teriam sido feitas na Argentina (<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2010/11/jam-suites-boutique-hotel/">onde eu estive pela última vez quatro meses atrás</a>). Ele também me tranquilizou, dizendo que nenhum dos dois saques constaria da minha próxima fatura. Mesmo assim, a surpresa não foi grande quando constatei hoje que o saque consta, sim, da próxima fatura, que foi fechada nesta madrugada. Além do saque em si, uma taxa de saque, de oito reais, mais juros de quase trinta reais. (Cobram juros <em>e</em> taxa de saque. Grande negócio, não?)</p>
<p>Liguei, pois, para o atendimento do Citibank. Depois de alguns minutos explicando meu problema, o veredicto deles é que, como o saque não tinha sido feito sob coação, seria impossível solicitar o cancelamento. Como assim?!Sob coação não pode, mas sem o meu cartão pode? É essa a segurança que o Citibank me oferece? Nem eu sei a minha senha de saque, inutilizada imediatamente quando a recebi. Aí alguém, <em>de alguma maneira</em>, faz um saque e o banco simplesmente tira o corpo fora? Eu pago a extorsiva anuidade deles, e o tratamento é esse? (E isso porque eu não entro no crédito rotativo, senão poderia falar que pago juros medievais.) A última palavra do atendimento era de que não havia nada que eles pudessem fazer.</p>
<p>Meu passo seguinte foi ligar para a ouvidoria do banco. Expliquei mais uma vez o problema e ganhei um número de protocolo (A48818150211XX<!--nullneun-->). Desta vez, esperei bastante na linha enquanto a atendente (supostamente) averiguava o que tinha ocorrido. A versão agora era de que o primeiro saque, de 520 reais, tinha sido feito às 9h08 do dia 11 no Brasil — na fatura ele aparece como &#8220;saque nacional&#8221; —, mas a segunda tentativa, cujo valor agora tinha passado para 435,49 reais, tinha sido feita às 10h02 em uma agência do Banco de la Nación Argentina, na própria Argentina, e, por isso, bloqueada. Quer dizer: um cliente que tem no histórico de seis anos exatamente zero saque de repente &#8220;tenta&#8221; fazer um saque no Brasil e outro menos de uma hora depois no exterior, e tudo parece normal para o Citi? Qual a segurança que o Citi me oferece? Nenhuma, como comprovei. (Vale lembrar que <a href="http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Banco-confirma-fraudes-relacionadas-com-roubo-de-dados_a21867_z0.aspx">fraude não é algo inédito no Citibank</a>, e falo em termos mundiais.)</p>
<p>Depois de mais de quarenta minutos após o início da ligação, a atendente me informou que não tinha como verificar em que agência tinha se dado o saque nacional. Segundo ela, não seria possível obter mais informações naquele momento, por isso um processo interno seria aberto, que poderia durar até sessenta dias. Apesar disso, em cerca de cinco dias úteis o sistema deverá ter novas informações. Como essa data é anterior ao vencimento da fatura, não há necessidade imediata de suspenderem o valor. Mas dá para adivinhar qual vai ser a resposta do banco na próxima terça-feira. Apesar de eles não conseguirem comprovar que o saque foi feito por mim, como exige a lei, eles vão jogar nas minhas costas o valor. O Citi, com seu departamento de fraudes que provou não ser infalível, vai lucrar alguns bilhões de reais neste ano em sua operação brasileira, e vai querer que eu arque com um valor indevido que me vai fazer falta, de 557,22 reais.</p>
<p>Tive uma situação semelhante com o Itaú alguns anos atrás, quando apareceram dois débitos de cerca de 450 reais em meu cartão de crédito, gastos em duas farmácias de São Paulo distantes uma da outra num espaço de 28 minutos. Só fui descobrir quando tentei usar meu cartão uns dois dias depois, e ele apareceu como bloqueado. Sim, eles bloquearam <em>depois</em> de <em>dois</em> usos indevidos. Abri um chamado e, depois da &#8220;averiguação interna&#8221;, eles disseram que os gastos eram devidos, pois constava a minha assinatura nos respectivos comprovantes. Não sei se era blefe, mas eu desafiei, e eles tiveram de mandar a cópia dos comprovantes. A assinatura não era nem remotamente parecida com a minha. Foi difícil conter a revolta. Diante das evidências, o Itaú não teve alternativa a não ser estornar os valores, inclusive a taxa de três reais pelo envio de cada uma das cópias.</p>
<p>Voltando ao Citibank, nos setenta minutos que fiquei ao telefone com a atendente Cristiane, da ouvidoria, não consegui descobrir informações realmente úteis para ser encaminhadas à polícia na abertura de boletim de ocorrência que eu farei ainda esta semana, diretamente no DEIC. Nem uma informação que deveria ser simples, como a agência nacional onde o saque foi efetuado. Como é que eles sabem a agência do exterior e não sabem a do Brasil? Ainda descobri que não é possível cancelar a função de saque do meu cartão, apesar da segurança nula que me é oferecida. Seguindo orientações jurídicas, liguei novamente (protocolo A04319150211XX<!--einfuenf-->) e informei que, se em 24 horas o problema não estivesse resolvido, eu abrirei uma denúncia no Banco Central. Nenhuma dessas ações é mera ameaça. Eu vou até o fim, porque esta história ainda não foi encerrada. Na semana que vem, a continuação.</p>
<p>Por enquanto, algo que talvez faça o Citi pensar bem na hora de dar uma resposta: este texto será atualizado com o caso até o fim, seja a resposta satisfatória ou não. E atualmente ele está na primeira página dos resultados do Google para pesquisas como &#8220;fraude cartão de crédito citibank&#8221;, &#8220;fraude citibank&#8221;, &#8220;segurança citibank&#8221; e mesmo &#8220;o saque&#8221;.</p>
<p><strong>Atualização (18/2, 21h00):</strong> Devido à <a href="http://twitter.com/#!/agiesbrecht/status/37663241870127104" class="broken_link">minha reclamação</a> no Twitter, a ouvidoria entrou em contato comigo na sexta-feira. Foi então que fiquei sabendo que antes eu <em>não</em> estava falando com a ouvidoria, algo que o sistema nunca me deixou claro. Meu caso agora está sendo acompanhado por uma funcionária específica, a Eliane. Por isso, estou segurando a reclamação no Banco Central. Para fazer o B.O. preciso ao menos saber o local onde o saque foi feito. A Eliane ficou de me informar na segunda-feira.</p>
<p><strong>Atualização (13/3, 12h25):</strong> Pouco antes do vencimento da minha fatura a ouvidoria entrou novamente em contato comigo, para me informar que tinha, de fato, classificado o saque como fraude, já que tinha havido mais de uma tentativa. A posição foi comunicada por telefone, mas eu deveria receber um documento por correio oficializando a posição do banco. Isso não ocorreu até agora, mas a próxima fatura, já disponível para consulta no site do banco, mostra os ajustes que me foram prometidos. Por enquanto, o problema parece ter sido resolvido.</p>
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