<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pseudopapel &#187; revista Veja São Paulo</title>
	<atom:link href="http://blog.pittsburgh.com.br/tag/revista-veja-sao-paulo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.pittsburgh.com.br</link>
	<description>Porque de eletrônico este espaço só tem o formato.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Apr 2020 18:16:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Ainda as demolições, agora com loas da Vejinha</title>
		<link>http://blog.pittsburgh.com.br/2011/11/demolicoes-vejinha/</link>
		<comments>http://blog.pittsburgh.com.br/2011/11/demolicoes-vejinha/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 14:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
				<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[demolições]]></category>
		<category><![CDATA[prédios]]></category>
		<category><![CDATA[revista Veja]]></category>
		<category><![CDATA[revista Veja São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.pittsburgh.com.br/?p=1018</guid>
		<description><![CDATA[No fim de semana passado chamou-me a atenção a matéria de capa da Veja São Paulo, sobre &#8220;as aventuras dos corretores que procuram áreas na cidade para a construção de novos prédios&#8221;. Não, eu não estava interessado nas peripécias desse pessoal; queria, isto sim, ver qual era o enfoque dado na matéria, porque, pela capa, parecia que seria elogioso. De fato, a reportagem &#8220;Os Sherlocks dos terrenos&#8221; apresenta os tais &#8220;perdigueiros&#8221; como verdadeiros heróis, de uma maneira acrítica e laudatória, que ignora o fato de que as empreendedoras para as quais eles trabalham são responsáveis por agressões à memória da&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/11/demolicoes-vejinha/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No fim de semana passado chamou-me a atenção a matéria de capa da <em>Veja São Paulo</em>, sobre &#8220;as aventuras dos corretores que procuram áreas na cidade para a construção de novos prédios&#8221;. Não, eu não estava interessado nas peripécias desse pessoal; queria, isto sim, ver qual era o enfoque dado na matéria, porque, pela capa, parecia que seria elogioso. De fato, a reportagem <a href="http://vejasp.abril.com.br/especiais/perdigueiros-corretores-de-sao-paulo" class="broken_link">&#8220;Os Sherlocks dos terrenos&#8221;</a> apresenta os tais &#8220;perdigueiros&#8221; como verdadeiros heróis, de uma maneira acrítica e laudatória, que ignora o fato de que as empreendedoras para as quais eles trabalham são responsáveis por agressões à memória da cidade e à qualidade de vida de seus moradores, algo tantas vezes citado por aqui, como quando falei da <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/05/nova-cara-rua-martiniano-de-carvalho/">nova cara da Rua Martiniano de Carvalho</a>.</p>
<p>Não me canso de falar isso: cada edifício erguido em um terreno onde antes havia uma ou mesmo algumas casas significa uma piora considerável na qualidade de vida de toda a vizinhança e até mesmo dos próprios futuros moradores do empreendimento. Isso sem falar em construções antigas representando a memória de São Paulo, que são vergonhosamente derrubadas, como o casarão da Paulista derrubado sorrateiramente de madrugada na semana retrasada, também fruto da ganância das construtoras — eu teria ilustrado este texto com uma foto desse casarão, mas demorei demais para ir lá fotografá-lo e agora, infelizmente, é tarde demais, então usei foto da demolição de duas casas na Rua Dr. Alfredo Ellis, em 9 de janeiro de 2007. A prática de demolições na calada da noite, aliás, já tinha sido levada a cabo nos anos 1980, quando <a href="http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI97207-15916,00.html" class="broken_link">casarões na mesma avenida amanheciam derrubados diante de um tombamento iminente</a>. Tudo &#8220;coincidência&#8221;, é claro.</p>
<p>É realmente essa atividade que queremos enaltecer? Pelo visto, é o que a <em>Vejinha</em> quer, o que é lamentável ainda mais nos últimos tempos, quando suas pautas principais vinham sendo mais sobre a cidade e menos sobre as pseudocelebridades (&#8220;o dentista dos famosos&#8221;, &#8220;o puxa-saco dos artistas&#8221; etc.) que tomaram conta das capas da publicação por anos. Mas, também pelo visto, não é o que os leitores da <em>Vejinha</em> querem, ao menos se levarmos em consideração as <a href="http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2244/cartas-edicao-2243">cartas publicadas pela revista na edição seguinte</a>: das seis sobre o tema, quatro são críticas, uma (de profissional do mercado imobiliário) é neutra e uma é elogiosa — não por acaso, escrita pela esposa de um corretor de imóveis. (Escrevi também um email para a seção, que acabou não sendo publicado, mas foi a base para este texto.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.pittsburgh.com.br/2011/11/demolicoes-vejinha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
