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	<title>Pseudopapel &#187; Claridge Hotel</title>
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		<title>Antes e depois: Viaduto Major Quedinho</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 00:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último domingo 25 reportagem de Andressa Taffarel na Folha de S. Paulo trouxe algo que é fácil constatar-se dando um pulo nas bancas de jornal do centro paulistano: os cartões postais à venda são geralmente dos mesmos lugares, como a Avenida Paulista e o prédio do Banespa. &#8220;Se não for óbvio, encalha&#8221;, disse o fotógrafo uruguaio Roberto Stajano à reporter. Esse foi um dos motivos por que comprei um postal antigo com o Viaduto Major Quedinho como personagem, quando o vi no Mercado Livre, por acaso, durante uma busca por imagens daquela via. É uma foto que eu não&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2012/03/antes-depois-viaduto-major-quedinho/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último domingo 25 reportagem de Andressa Taffarel na <em>Folha de S. Paulo</em> trouxe algo que é fácil constatar-se dando um pulo nas bancas de jornal do centro paulistano: os cartões postais à venda são geralmente dos mesmos lugares, como a Avenida Paulista e o prédio do Banespa. &#8220;Se não for óbvio, encalha&#8221;, disse o fotógrafo uruguaio Roberto Stajano à reporter. Esse foi um dos motivos por que comprei um postal antigo com <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2012/01/viaduto-major-quedinho/" title="Passeio pelo Viaduto Major Quedinho">o Viaduto Major Quedinho como personagem</a>, quando o vi no Mercado Livre, por acaso, durante uma busca por imagens daquela via. É uma foto que eu não conhecia (abaixo), provavelmente dos anos 1940, tirada a partir do trecho em que o viaduto passa sobre a Avenida Nove de Julho, em direção à Praça da Bandeira. A paisagem mostrada no cartão foi usada pela Sylvinha para convidar a Ione a uma viagem para São Paulo. Quem são? Não faço ideia. No verso do cartão, um texto com personagens que permanecerão anônimos para sempre: &#8220;Ione. Que este belo viaduto lhe sugira uma visita a São Paulo. Abraços de Sylvinha.&#8221; Sem data, sem sobrenome, sem endereço — o cartão deve ter seguido dentro de um envelope.</p>
<p>Quem for ao viaduto hoje encontrará uma paisagem razoavelmente semelhante, mas boa parte do que aparece no cartão além do Viaduto Nove de Julho (o viaduto onde passam os ônibus nas duas fotos, que é vizinho do Major Quedinho) está hoje encoberta por edifícios mais novos. Ainda é possível avistar <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/08/claridge-hotel-sao-paulo/" title="O Claridge Hotel de São Paulo">o prédio do antigo Hotel Cambridge/Claridge</a> (na foto antiga, o prédio mais à esquerda), o Edifício Brasilar (que na foto antiga aparece com um anúncio em seu topo), o Prédio 9 de Julho (o prédio baixinho entre ambos), o Banespinha, atual sede da Prefeitura (escondido atrás do Brasilar), e o Edifício Paulista de Seguros (que na foto de 2012 aparece ao lado do paredão amarelo, que é do Edifício Joelma). O restante dos prédios que já se destacavam no horizonte nos anos 1940 foi engolido por ainda mais prédios. O próprio Viaduto Major Quedinho não sobreviveu incólume: é visível a diferença de seu muro, cuja parte superior na esquerda da foto de 2012 encontra-se suprimida.</p>
<p>Hoje duvido que seja possível encontrar um cartão postal com o Viaduto Major Quedinho. E, mesmo que se o encontre, ele certamente não será usado como convite para uma visita a São Paulo.</p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2012/03/viaduto-major-quedinho-cartao-postal.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2012/03/viaduto-major-quedinho-cartao-postal.jpg" alt="Cartão postal com o Viaduto Major Quedinho nos anos 1940" title="Cartão postal com o Viaduto Major Quedinho nos anos 1940" width="640" height="388" class="alignnone size-full wp-image-1475" /></a></p>
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		<title>O Claridge Hotel de São Paulo</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 21:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Claridge Hotel]]></category>
		<category><![CDATA[Edifício Saint Patrick]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando falei do Edifício Saint Patrick na semana passada, o texto que mencionei, publicado n&#8217;O Estado de S. Paulo e, três dias depois, na Folha de S. Paulo, cita duas vezes que o prédio ficava em frente ao Hotel Claridge. Como o Hotel Cambridge, que esteve recentemente no noticiário por causa de sua proposta de remodelação, fica por ali, imaginei que talvez se tratasse de um erro. Uma busca no Google — eliminando, claro, os inúmeros resultados do hotel homônimo de Buenos Aires, onde coincidentemente passei minha lua de mel, e de outros inúmeros homônimos ao redor do mundo —&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/08/claridge-hotel-sao-paulo/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falei do <a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/07/edificio-saint-patrick/">Edifício Saint Patrick</a> na semana passada, o texto que mencionei, publicado n&#8217;<em>O Estado de S. Paulo</em> e, três dias depois, na <em>Folha de S. Paulo</em>, cita duas vezes que o prédio ficava em frente ao Hotel Claridge. Como o Hotel Cambridge, que esteve recentemente no noticiário por causa de sua proposta de remodelação, fica por ali, imaginei que talvez se tratasse de um erro. Uma busca no Google — eliminando, claro, os inúmeros resultados do hotel homônimo de Buenos Aires, onde coincidentemente passei minha lua de mel, e de outros inúmeros homônimos ao redor do mundo — deu-me a convicção de que o Claridge simplesmente mudou de nome para Cambridge em algum momento. <a href="http://www.saopauloantiga.com.br/hotel-cambridge/#comment-5416">Um comentarista no texto sobre o Cambridge no site <em>São Paulo Antiga</em></a> foi o ponto de partida, falando da provável troca do nome, talvez devido a uma mudança de proprietário. Além disso, a etiqueta do Cambridge, também apresentada no <em>São Paulo Antiga</em>, tem o mesmo logotipo, com as iniciais &#8220;CH&#8221;, da <a href="http://www.riopostal.com/detalhes_produto.asp?id=2082" class="broken_link">etiqueta do Claridge Hotel à venda no site <em>Rio Postal</em></a>, o que pode sugerir ou uma mudança de nome ou que ambos pertencessem à mesma rede. Não é tão improvável que existissem dois hotéis da mesma rede tão próximos, se considerarmos que os arredores da Praça da Bandeira tinham vários hotéis em meados do século passado, mas minha convicção aumentava a cada novo link relevante que eu achava entre os já poucos resultados.</p>
<p><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/etiquetas-claridge-cambridge-hotel.jpg" alt="Etiquetas dos hotéis Claridge e Cambridge" title="Etiquetas dos hotéis Claridge e Cambridge" width="640" height="384" class="alignnone size-full wp-image-911" /></p>
<p>Um <a href="http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA3noAD/zuza-homem-melo-a-era-dos-festivais" class="broken_link">texto de Zuza Homem de Melo sobre a &#8220;Era dos Festivais&#8221;</a> fala de mudança de nome, mas apenas do bar do hotel, em maio de 1962. O Claridge foi lembrado pela revista <em>Veja</em> em 2010 como um hotel &#8220;elegante&#8221;, em cujo restaurante eram feitas as reuniões de pauta da revista <em>Realidade</em>, incluindo a de <a href="http://veja.abril.com.br/especiais/mulher/revista-censurada-p-012.html" class="broken_link">uma edição especial da revista sobre a mulher brasileira no fim dos anos 1960</a>, edição esta que acabaria recolhida das bancas, com boa parte dos exemplares sendo triturados. Como a revista surgiu em 1966, podemos estar diante de uma lembrança equivocada ou então realmente apenas o bar do hotel havia mudado de nome em 1962; o hotel mudaria de nome mais tarde. Um dos resultados em que <a href="http://www.saopaulominhacidade.com.br/list.asp?ID=352" class="broken_link">o hotel aparece com mais relevância</a> traz tantas coincidências entre os dois nomes que, somado ao que eu havia apurado em outros links, praticamente desfaz a dúvida.</p>
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		<title>O Edifício Saint Patrick</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 02:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada descobri o blog Arquivo Estado, que traz uma coletânea de reportagens antigas dos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde, graças a um link enviado pelo meu pai. Uma das matérias que me chamaram a atenção falava do &#8220;mais moderno edifício-garagem da América do Sul&#8221;, o Edifício Saint Patrick, que era noticiado em julho de 1956 sob a manchete &#8220;São Paulo marcha com o progresso&#8221;. A adjetivação em tons grandiosos não era incomum à época, mesmo em matérias noticiosas, mas neste caso já dava a pista de que o texto muito provavelmente era um&#8230; [<a href="http://blog.pittsburgh.com.br/2011/07/edificio-saint-patrick/">Continuar a ler</a>]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada descobri <a href="http://blogs.estadao.com.br/arquivo/" class="broken_link">o blog <em>Arquivo Estado</em></a>, que traz uma coletânea de reportagens antigas dos jornais <em>O Estado de S. Paulo</em> e <em>Jornal da Tarde</em>, graças a um link enviado pelo <a href="http://blogdogiesbrecht.blogspot.com/">meu pai</a>. Uma das matérias que me chamaram a atenção falava do <a href="http://blogs.estadao.com.br/arquivo/2011/07/12/o-mais-moderno-edificio-garagem-da-america-do-sul/" class="broken_link">&#8220;mais moderno edifício-garagem da América do Sul&#8221;</a>, o Edifício Saint Patrick, que era noticiado em julho de 1956 sob a manchete &#8220;São Paulo marcha com o progresso&#8221;. A adjetivação em tons grandiosos não era incomum à época, mesmo em matérias noticiosas, mas neste caso já dava a pista de que o texto muito provavelmente era um <em>press release</em>. Tanto é que exatamente o mesmo texto seria publicado <a href="http://acervo.folha.com.br/resultados/buscade_talhada?utf8=%E2%9C%93&#038;fdm=1&#038;all_words=&#038;phrase=edif%C3%ADcio+saint+patrick&#038;words=&#038;without_words=&#038;initial_date=&#038;final_date=&#038;date[day]=&#038;date[month]=&#038;date[year]=&#038;group_id=0&#038;theme_id=0&#038;commit.x=44&#038;commit.y=19">três dias depois</a> na <em>Folha de S. Paulo</em>, mudando apenas título, subtítulo e duas das fotos.</p>
<p>Mesmo sem ser uma beleza — muito longe disso, aliás —, ele simboliza uma das tentativas iniciais de se resolver o problema do trânsito de São Paulo de maneira errada, dando prioridade aos automóveis. Curiosamente, fica a poucos metros do Terminal Praça da Bandeira e em frente ao final do corredor de ônibus da Avenida Nove de Julho, peças importantes e caóticas do transporte coletivo paulistano.</p>
<p><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/edificio-saint-patrick-imagem-original.jpg" alt="Imagem original do Edifício Saint Patrick" title="Imagem original do Edifício Saint Patrick" width="300" height="380" align="right" class="alignnone size-full wp-image-918" />A matéria dá a entender que o edifício é constituído apenas de andares de garagens, mas ele tem, além de onze pavimentos de garagem, 72 apartamentos distribuídos por outros doze andares e uma galeria com cerca de uma dúzia de lojas, ligando a Avenida Nove de Julho à Rua Santo Antônio. A concepção dos andares acima da garagem é muito diferente da imagem publicada nos dois jornais em 1956, reproduzida aqui ao lado. Não parece ser resultado de uma reforma, mas, sim, a maneira como foi construído.</p>
<p>A região da Praça da Bandeira, onde se localiza o prédio, era muito atrativa nos anos 1950 e contava com diversas opções de hotéis nas proximidades, como o Claridge Hotel, o que mostra sua importância. O terminal de ônibus que faz com que muitos se perguntem onde fica a praça ainda estava longe de ser construído. Da mesma maneira, a Câmara dos Vereadores ainda não estava instalada do outro lado da Rua Santo Antônio, mas já era apresentada como um futuro atrativo para o edifício. Foi justamente por causa de toda essa importância que as vagas proporcionadas por ele eram apresentadas como necessárias à época. Aparentemente, hoje o prédio não é mais usado como estacionamento. As três entradas para a garagem, duas na Santo Antônio e uma na Nove de Julho, permanecem fechadas, com placas de proibido estacionar, e não existe nenhuma placa com preços. Pelo portão maior da Rua Santo Antônio visualiza-se um grande espaço vazio.</p>
<p>Ao menos na <em>Folha de S. Paulo</em>, cujo arquivo é pesquisável, o Saint Patrick só voltaria a aparecer quarenta anos depois, quando um incêndio atingiu sua garagem. Segundo o jornal, o incidente &#8220;poderia ter passado despercebido não fosse o fato de o prédio ser vizinho do Edifício Joelma&#8221;, que sofreu em 1974 aquele que é considerado o mais grave incêndio da cidade. O fogo foi controlado em apenas meia hora, sem causar grandes estragos ou ferir ninguém. Na foto que abre este texto, o Joelma, atualmente chamado de Edifício Praça da Bandeira, é o prédio amarelo do lado esquerdo. O Saint Patrick é o do centro da foto.</p>
<div class="legendas"><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/edificio-saint-patrick-viaduto-nove-de-julho.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/edificio-saint-patrick-viaduto-nove-de-julho-640x425.jpg" alt="Edifício Saint Patrick visto do Viaduto Nove de Julho" title="Edifício Saint Patrick visto do Viaduto Nove de Julho" width="640" height="425" class="alignnone size-large wp-image-920" /></a></p>
<p>Sem um vizinho alto do outro lado, o Saint Patrick fica mais visível a partir do Viaduto Nove de Julho, de onde se confere que a ilustração original não representa muito do que foi construído.
</p></div>
<div class="legendas"><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/edificio-saint-patrick-rua-santo-antonio.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/edificio-saint-patrick-rua-santo-antonio-640x425.jpg" alt="Entrada do Edifício Saint Patrick na Rua Santo Antônio" title="Entrada do Edifício Saint Patrick na Rua Santo Antônio" width="640" height="425" class="alignnone size-large wp-image-921" /></a></p>
<p>A entrada do edifício pela Rua Santo Antônio. O portão principal de acesso à garagem permanece fechado. Na porta ao lado, o acesso à galeria de lojas por meio de uma escada.
</p></div>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/edificio-saint-patrick.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/edificio-saint-patrick-640x425.jpg" alt="Edifício Saint Patrick" title="Edifício Saint Patrick" width="640" height="425" class="alignnone size-large wp-image-922" /></a></p>
<p><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/edificio-saint-patrick-entrada.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/edificio-saint-patrick-entrada-640x425.jpg" alt="Entrada da galeria do Edifício Saint Patrick" title="Entrada da galeria do Edifício Saint Patrick" width="640" height="425" class="alignnone size-large wp-image-923" /></a></p>
<div class="legendas"><a href="http://blog.pittsburgh.com.br/wp-content/uploads/2011/07/galeria-edificio-saint-patrick.jpg"><img src="http://blog.pittsburgh.com.br/pseudopapel/wp-content/uploads/2011/07/galeria-edificio-saint-patrick-640x425.jpg" alt="Galeria do Edifício Saint Patrick" title="Galeria do Edifício Saint Patrick" width="640" height="425" class="alignnone size-large wp-image-924" /></a></p>
<p>A galeria de lojas do Edifício Saint Patrick tem cerca de uma dúzia de lojas. E tem também uma placa de bronze na entrada da Avenida Nove de Julho: &#8220;Galeria Dr. Roberto Moreira Filho&#8221;. Ao contrário da grande maioria dos prédios do centro que têm galerias no térreo, nestas o acesso a pelo menos parte dos elevadores não tem porta, grades ou portão. Possivelmente, esses elevadores são os que levam às garagens.
</p></div>
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