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	<title>Comentários sobre: O fim do Jornal da Tarde</title>
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		<title>Por: Jose M. Aquino</title>
		<link>http://blog.pittsburgh.com.br/2012/11/fim-jornal-da-tarde/#comment-803</link>
		<dc:creator>Jose M. Aquino</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 00:46:25 +0000</pubDate>
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		<description>Foram só quatro anos, mas foram excelentes. Muita vibração, adrenalina, muita amizade e sucesso - o que fez com que a Abril levasse quase toda equipe da E.E. para fazer a Placar. Não pude ver a matéria que deve ter contado com meu depoimento. Não estava em casa no momento Abração</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foram só quatro anos, mas foram excelentes. Muita vibração, adrenalina, muita amizade e sucesso &#8211; o que fez com que a Abril levasse quase toda equipe da E.E. para fazer a Placar. Não pude ver a matéria que deve ter contado com meu depoimento. Não estava em casa no momento Abração</p>
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		<title>Por: Alexandre Giesbrecht</title>
		<link>http://blog.pittsburgh.com.br/2012/11/fim-jornal-da-tarde/#comment-802</link>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 17:50:28 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Zé Maria, que beleza de relato! Só de pensar que isso é apenas uma pequena parte do que está se esvaindo com o fim do &lt;em&gt;JT&lt;/em&gt; bate uma tristeza. Queria ter assistido ao seu depoimento no SPortv.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Zé Maria, que beleza de relato! Só de pensar que isso é apenas uma pequena parte do que está se esvaindo com o fim do <em>JT</em> bate uma tristeza. Queria ter assistido ao seu depoimento no SPortv.</p>
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		<title>Por: Jose M. Aquino</title>
		<link>http://blog.pittsburgh.com.br/2012/11/fim-jornal-da-tarde/#comment-801</link>
		<dc:creator>Jose M. Aquino</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 14:35:01 +0000</pubDate>
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		<description>Ótimo relato, Alex. Com dados e datas que eu nem de longe me lembrava mais. Comecei minha vida de jornalista - o que nunca tinha pensado ou desejado ser - no JT, levado pela insistência do meu cunhado Luiz Carlos Secco, que trocou o Estadão, na época, pelo JT, escrevendo sobre automobilismo. Trabalhei de janeiro de 66 a fevereiro de 70, quando fui, com alguns companheiros, para a Placar. Em 65, como laboratório para o JT, tinha a Edição de Esportes (do Estado), que saia às segundas-feiras, mas ia para as bancas na Capital já na noite do domingo; A edição era preparada durante a semana com longas e marcantes reportagens e encerrada na tarde/noite de domingo. A gente levava máquina para os estádios, escrevia lá mesmo, terminando a matéria praticamente com o último apito do árbitro. E enquanto íamos escrevendo, um companheiro ao lado ia passando o texto para a redação por um rádio de campana. Era gosto e emocionante. A EE era o Estadão de segunda e servia como laboratório para o JT, que saiu pela primeira vez no dia 4 de janeiro de 1966. Tudo no grupo Estado tem o dia 4 de janeiro como data de partida. É uma data importante para a família Mesquita. Nesse dia havia sempre uma missa nas oficinas, com a presença da família Mesquita e da família de muitos funcionários. O Estadão era uma família. Quando veio o JT, para ser o irmão mais novo, desaforado, briguento, com palavreado mais moderno, havia e era instigada uma concorrência entre as duas redações. Não se falava de matérias uma com a outra. Ao contrário, uma procurava esconder da outra o que estava fazendo - assim como os repórteres. O JT pagava melhor, bem melhor que o Estadão. Mas também exigia mais trabalho. Como Jornal da Tarde, chegava nas bancas àté as 15 horas. Ao lado do nome do jornal tinha um reloginho com os ponteiros marcando 15 horas. A &quot;cara&quot; do jornal era responsabilidade do Murilo Felisberto, um gênio, que comandava um grupo enoerme de mineiros vindos na cola dele. Ivan Ângelo, Fernando Mitri, Luciano Ornelas, Kléber de Almeida, Moisés Rabnovich...Era fechado MESMO na manha do dia, até 12 horas, às vezes esperavam um pouco mais, quando a notícia merecia. Na véspera da estreia de Mané Garrincha no Corinthians, o Estadão saiu dizendo na manchete da página de esportes que Mané ia esperar mais 30 dias para jogar (ele veio baleado). Fui ver o treino pela manhã, noParque São Jorge e voaltei de lá com a informação de que Mané ia jogar na quarta-feira, dia seguinte, coantra o Vasco. Quando disse ao Tão Gomes Pinto, editor de esportes do JT, ele deu o grito mais gostoso que se ouvia (hoje não existe mais) numa redação. PAREM AS MÁQUINAS. Significava dizer que tin ha uma notícia mais forte, bomba, furo para ser dada. E a manchete do jornal foi AMANHÃ TEM MANÉ, Houve uma quase revolução na redação do Estadão, quando o JT foi para as bancas. Queriam a cabeça de quem deu aquela notícia &quot;mentirosa&quot; que desmentia o jornalão. Essa era uma das coisas mais importantes e que fazia do JT um jornal vibrante, quente, além de bonito, bem desenhado pelo Murilo. O fato de se poder ir para as bancas com uma notícia fresquinha, do dia. O outro detalhe importante, é que a direção bancava o que o repórter escrevia. Se alguém dissesse que ia procsssar, o Rui Mesquita dizia que era com ele. Nessa época, Vadi Helu, presidente do Corinthians, reclamava muito do que escreviam sobre o Timão. E, depois de muitos pedidos, foi ter uma conversa com Rui Mesquita. Pediu a cabeça dos repórteres que cobriam o time, especialmente do Eraldo. Quando deixou a sala, Rui Mesquita quis saber tudo sobre ele, Vadi. E ao invés de demitir um ou mais de nós, escreveu um editorial, no ESTADÃO, com o título &quot;O cafajeste&quot;. Onde mais fariam isso?
Vou parar por aqui, porque outro dia a Sportv esteve aqui em casa para me entrevistar sobre o JT e acabei me emocionando. Para concluir, e seguindo seu perfeito relado, a conclusão é simples - de que um jornal não morre num dia. Vai morrendo aos pouco...........</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo relato, Alex. Com dados e datas que eu nem de longe me lembrava mais. Comecei minha vida de jornalista &#8211; o que nunca tinha pensado ou desejado ser &#8211; no JT, levado pela insistência do meu cunhado Luiz Carlos Secco, que trocou o Estadão, na época, pelo JT, escrevendo sobre automobilismo. Trabalhei de janeiro de 66 a fevereiro de 70, quando fui, com alguns companheiros, para a Placar. Em 65, como laboratório para o JT, tinha a Edição de Esportes (do Estado), que saia às segundas-feiras, mas ia para as bancas na Capital já na noite do domingo; A edição era preparada durante a semana com longas e marcantes reportagens e encerrada na tarde/noite de domingo. A gente levava máquina para os estádios, escrevia lá mesmo, terminando a matéria praticamente com o último apito do árbitro. E enquanto íamos escrevendo, um companheiro ao lado ia passando o texto para a redação por um rádio de campana. Era gosto e emocionante. A EE era o Estadão de segunda e servia como laboratório para o JT, que saiu pela primeira vez no dia 4 de janeiro de 1966. Tudo no grupo Estado tem o dia 4 de janeiro como data de partida. É uma data importante para a família Mesquita. Nesse dia havia sempre uma missa nas oficinas, com a presença da família Mesquita e da família de muitos funcionários. O Estadão era uma família. Quando veio o JT, para ser o irmão mais novo, desaforado, briguento, com palavreado mais moderno, havia e era instigada uma concorrência entre as duas redações. Não se falava de matérias uma com a outra. Ao contrário, uma procurava esconder da outra o que estava fazendo &#8211; assim como os repórteres. O JT pagava melhor, bem melhor que o Estadão. Mas também exigia mais trabalho. Como Jornal da Tarde, chegava nas bancas àté as 15 horas. Ao lado do nome do jornal tinha um reloginho com os ponteiros marcando 15 horas. A &#8220;cara&#8221; do jornal era responsabilidade do Murilo Felisberto, um gênio, que comandava um grupo enoerme de mineiros vindos na cola dele. Ivan Ângelo, Fernando Mitri, Luciano Ornelas, Kléber de Almeida, Moisés Rabnovich&#8230;Era fechado MESMO na manha do dia, até 12 horas, às vezes esperavam um pouco mais, quando a notícia merecia. Na véspera da estreia de Mané Garrincha no Corinthians, o Estadão saiu dizendo na manchete da página de esportes que Mané ia esperar mais 30 dias para jogar (ele veio baleado). Fui ver o treino pela manhã, noParque São Jorge e voaltei de lá com a informação de que Mané ia jogar na quarta-feira, dia seguinte, coantra o Vasco. Quando disse ao Tão Gomes Pinto, editor de esportes do JT, ele deu o grito mais gostoso que se ouvia (hoje não existe mais) numa redação. PAREM AS MÁQUINAS. Significava dizer que tin ha uma notícia mais forte, bomba, furo para ser dada. E a manchete do jornal foi AMANHÃ TEM MANÉ, Houve uma quase revolução na redação do Estadão, quando o JT foi para as bancas. Queriam a cabeça de quem deu aquela notícia &#8220;mentirosa&#8221; que desmentia o jornalão. Essa era uma das coisas mais importantes e que fazia do JT um jornal vibrante, quente, além de bonito, bem desenhado pelo Murilo. O fato de se poder ir para as bancas com uma notícia fresquinha, do dia. O outro detalhe importante, é que a direção bancava o que o repórter escrevia. Se alguém dissesse que ia procsssar, o Rui Mesquita dizia que era com ele. Nessa época, Vadi Helu, presidente do Corinthians, reclamava muito do que escreviam sobre o Timão. E, depois de muitos pedidos, foi ter uma conversa com Rui Mesquita. Pediu a cabeça dos repórteres que cobriam o time, especialmente do Eraldo. Quando deixou a sala, Rui Mesquita quis saber tudo sobre ele, Vadi. E ao invés de demitir um ou mais de nós, escreveu um editorial, no ESTADÃO, com o título &#8220;O cafajeste&#8221;. Onde mais fariam isso?<br />
Vou parar por aqui, porque outro dia a Sportv esteve aqui em casa para me entrevistar sobre o JT e acabei me emocionando. Para concluir, e seguindo seu perfeito relado, a conclusão é simples &#8211; de que um jornal não morre num dia. Vai morrendo aos pouco&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
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		<title>Por: Martin</title>
		<link>http://blog.pittsburgh.com.br/2012/11/fim-jornal-da-tarde/#comment-800</link>
		<dc:creator>Martin</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 03:15:13 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado por me citar em tão boa companhia! rs  
Sobre a data em que o JT deixou de ser vespertino, eu também não lembro. Mas lembro claramente que ele já saía de manhã em 1987. Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado por me citar em tão boa companhia! rs<br />
Sobre a data em que o JT deixou de ser vespertino, eu também não lembro. Mas lembro claramente que ele já saía de manhã em 1987. Abraço!</p>
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		<title>Por: Alexandre Giesbrecht</title>
		<link>http://blog.pittsburgh.com.br/2012/11/fim-jornal-da-tarde/#comment-799</link>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 19:51:20 +0000</pubDate>
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		<description>É, Gilberto, se o estilo tivesse só mudado, e isso fosse avisado, ainda eu nem acharia tão ruim. Mas ele foi mudando, meio que sem querer — antigamente, mudavam os jornalistas, mas o estilo permanecia o mesmo. E, vira-e-mexe, aparecia alguma reportagem que eu olhava e falava: &quot;Pô, essa é digna do &#039;velho&#039; &lt;em&gt;JT&lt;/em&gt;!&quot; Mas ficava só nisso, lampejos cada vez mais raros. E agora nem eles.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, Gilberto, se o estilo tivesse só mudado, e isso fosse avisado, ainda eu nem acharia tão ruim. Mas ele foi mudando, meio que sem querer — antigamente, mudavam os jornalistas, mas o estilo permanecia o mesmo. E, vira-e-mexe, aparecia alguma reportagem que eu olhava e falava: &#8220;Pô, essa é digna do &#8216;velho&#8217; <em>JT</em>!&#8221; Mas ficava só nisso, lampejos cada vez mais raros. E agora nem eles.</p>
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		<title>Por: gilberto maluf</title>
		<link>http://blog.pittsburgh.com.br/2012/11/fim-jornal-da-tarde/#comment-798</link>
		<dc:creator>gilberto maluf</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 19:25:15 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom o relato. Bem lembrado sobre o Estadão que não saia na segunda feira. Não me lembrava disso. Eu gostava muito de ler as páginas esportivas do JT que analisava  a rodada do domingo.
Na minha opinião o JT começou tendendo para o leitor jovem e de classe média com reportagens   diferenciadas. Notei a diferença de estilo do JT ao longo dos anos.  Não me lembro bem o termo que na época da faculdade nos referíamos às propagandas que enfeiavam o visual da cidade. Eu tinha um professor de Propaganda e Marketing que trabalhava no JT e falei para ele, começo dos anos 80, que o JT estava com poluição visual. E não me lembro mais porque falei isso, rsrs. 
Afinal, já faz 32 anos .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o relato. Bem lembrado sobre o Estadão que não saia na segunda feira. Não me lembrava disso. Eu gostava muito de ler as páginas esportivas do JT que analisava  a rodada do domingo.<br />
Na minha opinião o JT começou tendendo para o leitor jovem e de classe média com reportagens   diferenciadas. Notei a diferença de estilo do JT ao longo dos anos.  Não me lembro bem o termo que na época da faculdade nos referíamos às propagandas que enfeiavam o visual da cidade. Eu tinha um professor de Propaganda e Marketing que trabalhava no JT e falei para ele, começo dos anos 80, que o JT estava com poluição visual. E não me lembro mais porque falei isso, rsrs.<br />
Afinal, já faz 32 anos .</p>
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