Pseudopapel

Categoria: Turismo


Casarão da Rua do Lavradio que desabou


15/05/2012, 20h03


Hoje pela manhã desabou um sobrado na esquina das ruas do Lavradio e da Relação, na Lapa, centro do Rio de Janeiro. É o mesmo sobrado que me chamou a atenção quando lá estive, em novembro pas­sado. Ele ficava a uns dois quar­tei­rões do hotel onde fiquei. Na oca­sião, fotografei-o. É a foto acima. Dá para notar que, mesmo em com­pleto estado de aban­dono, ainda era um casarão muito bonito. É mais um exemplo de como a falta de cui­dados na con­ser­vação de imó­veis pode trazer pre­juízos, não só para o pro­pri­e­tário como para boa parte da popu­lação, nem que… [Con­ti­nuar a ler]

Prédios com nomes estrangeiros

  • 11/05/2012, 18h50
  • Categoria: São Paulo
  • 10 comentários
Letreiro do Edifício da Vovó e do Vovô

Em 13 de janeiro o Jornal da Tarde publicou repor­tagem em seu caderno de Imó­veis a res­peito da ten­dência do mer­cado imo­bi­liário de dar nomes estran­geiros aos novos empre­en­di­mentos. É algo com que tenho rusgas que já expus aqui em alguns artigos, como quando cri­ti­quei o Edi­fício Mood, na Rua Álvaro de Car­valho. Na matéria do JT, em exe­cu­tivo de incor­po­ra­dora disse: “É tra­dição usar pala­vras estran­geiras. Bra­si­leiro gosta de tudo o que é de fora.” É ver­dade. Até porque muitas vezes des­co­nhece o sig­ni­fi­cado, e aí a palavra soa melhor. No caso espe­cí­fico do Mood, ima­ginem se ele se… [Con­ti­nuar a ler]

Antes e depois: Viaduto Major Quedinho

  • 31/03/2012, 21h54
  • Categoria: São Paulo
  • 2 comentários
viaduto-major-quedinho-2012

No último domingo 25 repor­tagem de Andressa Taf­farel na Folha de S. Paulo trouxe algo que é fácil constatar-se dando um pulo nas bancas de jornal do centro pau­lis­tano: os car­tões pos­tais à venda são geral­mente dos mesmos lugares, como a Ave­nida Pau­lista e o prédio do Banespa. “Se não for óbvio, encalha”, disse o fotó­grafo uru­guaio Roberto Sta­jano à reporter. Esse foi um dos motivos por que com­prei um postal antigo com o Via­duto Major Que­dinho como per­so­nagem, quando o vi no Mer­cado Livre, por acaso, durante uma busca por ima­gens daquela via. É uma foto que eu não… [Con­ti­nuar a ler]

Pedestres paulistanos têm muito o que aprender

  • 26/03/2012, 22h42
  • Categoria: São Paulo
  • 2 comentários
faixa-pedestres-rua-santa-madalena-avenida-brigadeiro-luis-antonio

…e os moto­ristas têm mais ainda, claro, tanto é que pedestre algum pode se dar ao luxo de atentar-se apenas à faixa de pedes­tres em São Paulo, mesmo depois de a Pre­fei­tura ter come­çado a inten­si­ficar a fis­ca­li­zação desse tipo de abuso. Afinal, mesmo em esquinas patru­lhadas por mar­ron­zi­nhos não é nada difícil ver moto­ristas sole­ne­mente igno­rando não só as zebras no asfalto, como os seres humanos andando sobre elas. Eu mesmo já pouco liguei para as faixas, e não só porque se o fizesse corerria risco de alguém bater no meu carro por trás. O pior é que isso não… [Con­ti­nuar a ler]

Praça Ramos vista do Edifício Mercantil Finasa

  • 10/03/2012, 17h36
  • Categoria: São Paulo
  • 16 comentários
praca-ramos-de-azevedo-shopping-light

Nesta última semana visitei um cli­ente que fica no vigé­simo andar do Edi­fício Mer­cantil Finasa, loca­li­zado entre a Rua Líbero Badaró e o Vale do Anhan­gabaú, com entradas pelos dois logra­douros. Da sala de reu­niões onde eu estava, a vista era essa acima. O centro de São Paulo visto do alto é sempre impres­si­o­nante — esse é o adje­tivo mais cor­reto, pois muitos não acharão essa pai­sagem bonita, mas têm de admitir que ela é, como eu disse, impres­si­o­nante. Nessa foto pode-se ver vários dos mais conhe­cidos pré­dios do centro, des­ta­cados na foto abaixo: o Hotel Jaraguá (na esquina das… [Con­ti­nuar a ler]

Os prédios da Fiesp

  • 5/03/2012, 12h07
  • Categoria: São Paulo
  • 5 comentários
predio-fiesp-avenida-paulista

O atual número 80 do Via­duto Dona Pau­lina era, no início do século XX, o ter­reno onde ficava a mansão de Pau­lina de Souza Queiroz, que foi desa­pro­priada quando do pri­meiro pro­jeto da Ave­nida Ito­roró, a atual Vinte e Três de Maio. (Não con­segui achar fotos da mansão; alguém tem?) O decreto-lei 14.280, de 24 de dezembro de 1944, regu­la­mentou a doação do ter­reno por parte do governo do estado, então gerido pelo inter­ventor Fer­nando Costa, para o Ins­ti­tuto de Enge­nharia e o Centro das Indús­trias do Estado de São Paulo (Ciesp). O Ciesp era — e ainda é —… [Con­ti­nuar a ler]

Do Bixiga à Lapa: ida e volta em 2h35 pela CPTM

plataforma-1-estacao-da-luz-lotada

O rodízio pau­lis­tano de veí­culos é um per­feito exemplo de decisão que uma minoria é obri­gada a engolir por causa de ati­tudes da mai­oria. No caso, para com­pensar os inú­meros auto­mó­veis com um único ocu­pante que poderia estar se uti­li­zando de trans­porte público (que ajudam a trans­formar o trân­sito da cidade em um caos diário), retira-se um quinto de toda a frota de carros de cir­cu­lação nos horá­rios de pico da manhã e da tarde. Pouco importa que haja pes­soas que real­mente pre­cisam do carro — na ver­dade, seria muito difícil com­trolar isso. Entre 1999 e 2009 pra­ti­ca­mente só usei… [Con­ti­nuar a ler]

Os pedágios extorsivos das marginais da Castelo Branco

  • 18/02/2012, 17h13
  • Categoria: São Paulo
  • 5 comentários
pedagio-castelo-branco-barueri-viaoeste-ccr-2001

No último dia 28 de janeiro o Jornal da Tarde publicou uma notinha em sua página 6A, que dava conta de que o limite de velo­ci­dade nas mar­gi­nais da Rodovia Cas­telo Branco seria redu­zido de 120 km/h para 100 km/h a partir daquele dia. É a última das ati­tudes pre­ju­di­cando seus usuá­rios, uma sequência que começou há pouco mais de onze anos, mais exa­ta­mente em 12 de feve­reiro de 2001, quando a con­ces­si­o­nária da rodovia, a Via­o­este, começou a cobrar um pedágio de 3,50 reais a quem usasse as pistas mar­gi­nais no sen­tido capital. A foto acima foi tirada na… [Con­ti­nuar a ler]

Périplo para protocolar recurso no Detran-SP

  • 13/02/2012, 23h06
  • Categoria: Serviço
  • 3 comentários
notificacao-de-penalidade-de-multa-endereco-errado

Minha mãe foi mul­tada diri­gindo meu carro em novembro, por ter furado o rodízio. Ela de fato cometeu a infração, quando foi buscar meu filho na escola e, depois de um con­ges­ti­o­na­mento por não ter pegado o caminho que sempre pego (eu estava via­jando a tra­balho), ser fla­grada a três quar­tei­rões da minha casa, dezes­seis minutos após o rodízio da tarde passar a vigorar naquele dia. Paguei a multa, cujo prazo com des­conto venceu hoje, mas resolvi recorrer, espe­rando que meu his­tó­rico sem multas nos últimos anos sirva para alguma coisa. Não fiz uma carta lamu­riosa ou desa­fi­a­dora; apenas expli­quei… [Con­ti­nuar a ler]

O golpe das sacolinhas plásticas

  • 6/02/2012, 17h33
  • Categoria: Serviço
  • 11 comentários
sacola-plastica-biodegradavel

O último des­ser­viço que a atual onda do poli­ti­ca­mente cor­reto nos impingiu é o sumiço das saco­li­nhas plás­ticas dos super­mer­cados do estado de São Paulo. Claro, a medida é apre­goada pelos pró­prios esta­be­le­ci­mentos como um com­pro­misso em prol do meio-ambiente, mas uma aná­lise só um pou­quinho mais deta­lhada já mostra que esse com­pro­misso é uni­la­teral: apenas por parte dos con­su­mi­dores. Vejamos: no estado de São Paulo, eram dis­tri­buídos 6,6 milhões de sacolas por ano em super­mer­cados, segundo números publi­cados pela Vejinha desta semana. Se cada uma delas cus­tasse um cen­tavo para cada esta­be­le­ci­mento, a eco­nomia anual para eles é de… [Con­ti­nuar a ler]

Busca

RSS

Assine aqui.

Tempo de resposta

37 queries em 12,914 segundos.

Meu Flickr

Textos e fotos publicados aqui são liberados em Creative Commons sob a licença Attribution 3.0 Unported. Isso significa que podem ser usados em qualquer projeto, comercial ou não, desde que sejam creditados como "Alexandre Giesbrecht". Um link para cá é bem-vindo, assim como um aviso de que o material foi usado.